Super Curta: Nunca Fale Sobre Isso. Uma História Sobre Skate & Destruição – Jorle / Eixo Mole – Produção CWB SKT Warriors 2021 – Em Cartaz somente em Jorle.com.br

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Nunca Fale Sobre Isso. Uma História Sobre Skate & Destruição – Jorle / Eixo Mole – Produção CWB SKT Warriors 2021

Duração: 4min
Resumo: Reedição de legendas em Português, que contam a história secreta sobre o skate na cidade. Velas e Destruição fazem este segredo ‘escorregar’ para as mãos perigosas da sociedade não-skatista, pondo em risco a continuidade de toda a apropriação urbana cultuada há décadas por estes selvagens das ruas.

Filme original: Fight Club – 1999 – David Fincher
Adaptação de texto por Ricardo GosWod

Insta @eixomole
https://www.youtube.com/eixomoleskatezine
https://www.jorle.com.br/projetos/eixo-mole-skate-zine/

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Cara-da-Tábua + Entrevista: Giulio Sertori – Artista, Skatista e Video Maker de Bérgamo IT, morador de Curitiba

Exposição Virtual Cara-da-Tábua, de Decks de skatistas de Curitiba.Giulio Sertori está no Brasil, mais precisamente em Curitiba, a cerca de 6 anos, mas já tem participado de diversos projetos e interferido no cenário de skate da cidade. Seus trabalhos de vídeo sobre os “capivaras”, sua arte psicodélica, zine e seu model de shape já estão entre os trabalhos que considero muito bons entre as tantas ramificações culturais observadas no meio do skate nos últimos anos. Por conta do conjunto todo de produções, convidei Giulio à inserir seu deck na Galeria Cara-da-Tábua e mandei algumas perguntas para sanar algumas curiosidades. Fique aqui com uma entrevista realizada no início de 2021.

Entrevista com Giulio Sertori (@giugliodelia)

Jorle: Quem é você e como veio parar aqui, no Brasil?
Giulio: Salve, meu nome é Giulio Sertori, sou de Bergamo (Itália), e foi parar aqui, por visitar meu amigo Cristiano e ver como estava a situação da recente nascida Yeah Skateboards aqui no Brasil junto ao meu amigo Lorenzo Lupi (criador da Yeah Skateboards).
Em teoria era para Lorenzo ficar aqui no Brasil mas ele resolveu voltar para Itália e eu peguei o lugar dele, também porque conheci Amanda que sucessivamente virou minha esposa então depois de algumas idas e voltas, casei e fiquei aqui, se era só para o skateboarding ia ficar também na Italia, ainda bem que conheci Amanda ehehe.
Jorle: Você é artista, video maker e tem ligação com a marca Yeah Skateboards. Conte um pouco sobre estes seus trabalhos.
Giulio: Vamos esclarecer que eu não tenho nenhuma marca, a Yeah Skateboards na Itália é do Lorenzo e aqui dos irmãos Cristiano e Celmar, eu sempre fiz de trâmite dos dois continentes, faço parte de todas as decisões (team, produção)  mas principalmente sou o videomaker da marca e nesse momento que Cristiano está fora do país estou na linha de frente, mas a marca (como várias pessoas acham) não é minha.

Yeah Skateboards no Instagram

Aqui em Curitiba a minha vida partiu do zero então quis  focar nas artes plásticas, eu estudei “decoração” na Itália mas nunca exercitei a minha profissão então decidi de me “soltar” seguir o meu instinto e os meus sonhos artísticos, coisa que na Itália não fazia, pensava só em trabalhar, andar de skate e muitas vezes a minha visão era afetada da opinião dos outros.
A minha forma de me expressar era trâmite o skate, com videos e fotos rigorosamente analogicas (as fotos não eram só de skate) fazia por mim e para minha crew de amigos “Bergamo Fescion”, as fotos colocava no meu flickr (rip) e os vídeos mandava para os poucos mídias italianos, esses vídeos me trouxeram alguns trabalhos no mundo do skate italiano.
Agora aqui em Curitiba deixei a minha “veia artística” sem limites, na Itália a aparência conta muito e isso sempre me incomodou, também aqui importa, mas simplesmente foco em mim e não em que os outros podem pensam de mim, tento não deixar isso me afetar e talvez por isso, que aqui foi acolhido diferentemente, me sinto em casa e a vontade de expressar.Mas

 sempre chega aquele comentário chato “que drogas se usa?”, “que ácido se toma para desenhar assim?”, isso me decepciona bastante porque parece que uma pessoa não pode se expressar em modo psicodélico e colorido sem tomar drogas….minha cabeça é assim, não preciso de drogas para fazer algo de alternativo, parece que as pessoas perderam o contato com eles mesmos e não conseguem acessar a criatividade, no final as vezes só aplico cores complementares e a magia está feita, são umas “regras” de cores da arte.

Jorle: Recentemente você gravou com os skatistas da Yeah uma “vídeo parte” para o Eixo Mole Skate Zine, onde percebe-
se um estilo muito legal que mistura manobras antigas em meio às coisas novas. De onde vem esse formato de andar de skate?

Skate tem regra?

Giulio: Esse estilo veio do skateboarding sem datas e sem compromisso, hoje em dia a galera “moderna” anda como no vídeo “hokus pokus” e nem sabe, as vezes o que é novidade é somente uma releitura do que já foi feito no passado ou simplesmente parece novidade porque não conhece o passado.
Se fala que skate não tem regras, mas acho que é tudo um grande paradoxo, dependendo da época que se iniciou andar de skate, tem regras não escritas diferentes, e isso dá para ver nos diferentes roles das diferentes gerações, mas no final vai por conta dos próprios gostos, o que importa é se divertir e ser espontâneos, talvez seja isso o segreto da Yeah Skateboards, ser espontâneos.
O skateboarding é feito para quebrar as regras, mas isso não justifica algumas ações de vários skatistas, não é porque se dá um rolê da hora que se pode colocar acima de tudo mundo.

Shape inserido na Galeria Virtual Cara-da-Tábua, Jorle. Clique para visitar a Galeria.

Jorle: Te convidei a inserir seu modelo de shape na galeria Cara da Tábua, integrando um grupo de gente que teve sua arte, suas ideias ou apenas seu nome gravado na tábua e na história do skate de Curitiba. Conte um pouco sobre este seu “model”, e o material que acompanha o shape.

Giulio: Eu não considero esse o “meu modelo”, sim me representa, mas fiz por minha vontade, ninguém mandou fazer esse modelo além de eu eheheh.

Queria trazer meu blog de videos  “Filmerd” no papel, então pensei um modo legal de trazer a zine ao físico e como lançar a mesma.
Nunca sonhei de ter meu promodel, também porque isso significa ser professionista, mas sempre sonhei de ter uma gráfica feita por mim no meu shape e ver meus amigos andar com ele, no passado já realizei as minhas gráficas mas era sempre e só para mim.
A motivação de fazer a zine é porque cansei desse mundo instantâneo, obrigado ter feedback de volta, a galera de hoje vive demais o instantâneo e isso não dá valor a história do skateboarding, é tudo tão esquecível e fútil que se não sabe mais o que você fez, com um dígito se apaga ou muda algo que não era para ser mudado, as opiniões não são mais sinceras, muitos agem por conta da opinião dos outros, é bom ver os próprios erros porque é assim que se cresce, errando se aprende.
Se um dia não tiver mais energia para ligar os aparelhos eletrônicos tudo será esquecido, não vai ter aquele aplicativo que te lembrará o que se fez o ano passado….triste verdade do mundo moderno…escravitude digital.
Enfim foi a realização de vários sonhos, agora vou tentar fazer mais números da zine, com mais conteúdos, envolvendo mais pessoas, a capa já está pronta ehehhe.

Jorle: Manda aquele ‘salve’ e mensagem final.

Insta @giugliodelia

Giulio: Agradeço minha família, quem me suporta e quem me obstacula, tudo faz parte do processo então é bom agradecer, das dificuldades vem as melhores ideias.
Queria passar essa mensagem de acreditar em você mesmo, hoje em dia como nunca, tudo está ao nosso alcance, só focar e ser determinados.
Skatea forte contra a parede e que o Fescion esteja com vocês!

Jorle: Obrigado Giulio pelo tempo para responder às perguntas. Grande Abraço!

 

Apreciem a coleção digital Cara-da-Tábua e leia sobre outras contribuições clicando no link abaixo.

Caso queira contribuir, entre em contato!

Abraço.

Ricardo GosWod


Cara-da-Tábua

Exposição Virtual Cara-da-Tábua, de Decks de skatistas de Curitiba.

Projeto organizado pela Jorle que traz a reunião de diversas imagens de “models” do pessoal de Curitiba. O que chamamos de “models” no ambiente do skate é o conjunto de forma, ou corte, do “shape” junto com a arte estampada na face inferior. Por tradição no “esporte” os skatistas, quando fazem parte de alguma equipe, ou representam alguma empresa do ramo do skate, tem seus próprios “models”, ou seja, definem exatamente como querem o recorte da madeira, e fazem, ou convidam algum artista para fazer, o projeto gráfico estampado. Esta é uma importante característica que revela uma vasta cultura, expressão e modo de viver por trás da atividade física ou competitiva. Muitas vezes a arte estampada no “shape” representa um ponto de vista político ou cultural, ou mesmo quando aparentemente não há significado concreto, reflete preferências estéticas do skatista. De qualquer forma, é uma maneira de skatistas profissionais e amadores se comunicarem com sua comunidade e com o mundo externo, para o qual o skate e sua cultura seguem como algo curioso, às vezes obscuro, marginal, talvez incompreensível.


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Coluna STT: Última do Romance Paranoia | Pôster de Fanzine de 10 anos de novo na rua | Blog Pretexto com conversa sobre a animação Tango

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Opa! Blz? Separei um bom texto do Rodrigo; tem ainda a surpresa inusitada que encontrei colada em um ponto de ônibus; e o último quadrinho da série Romance Paranoia. Não é nada tão interessante quanto a situação política do país, mas de certa forma tudo isso tá na mesma mesa de jogo. Vê aí!

 

Blog Pretexto com conversa sobre a animação TANGO

Gostaria de dar uma dica de leitura: o texto “Arte e sacrifício” do Rodrigo Ponce (Blog Pretexto) que ‘conversa’ sobre a animação “stop-motion” internacionalmente premiada TANGO, de Francisco Gusso e Pedro Giongo, com aquarelas feitas por Mario Alencar (sujeito que já mencionei aqui dando entrevista ao 5INCO): Sacrifício, espetáculo, barganha, Kafka, filosofia, valor e Deus. No Blog dá pra ler o texto do Rodrigo e assistir ao Trailer #1 (2016).

Visitar o Blog do Rodrigo

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O filme continua sua jornada pelos festivais internacionais e ainda não tem data para exibição em Curitiba.

 

Pôster de um fanzine de mais de 10 anos colado em ponto de ônibus!

Um dia desses estava caminhando e avistei, colado em um ponto de ônibus, um pôster que acompanhou um fanzine (o que é fanzine?) distribuído em Curitiba há mais de 10 anos. Eu, como apreciador de produções independentes, não pude deixar de ficar entusiasmado! – Não é que mais alguém por aí também dá ouvidos à essa gente? Graças à tecnologia e capital acumulados em minha mão na forma de telefone com câmera fotográfica acoplada, pude registrar este episódio. Este pôster foi feito, provavelmente, por conta da copa do mundo de football de 2006, na Alemanha. Bastante provocativa, tratava de até que ponto vai a torcida pela pátria. Imagino que a motivação para este cartaz voltar pra rua possa ter sido as manifestações do pessoal verde-amarelo ocorridas há alguns meses (quando a foto foi feita).

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Último episódio de Romance Paranoia

Fechando a série de quadrinho, desenhada na observação fantástica dos bichos que já habitaram minha casa, fique com o último episódio de Romance Paranoia.

quadrinho_romance_paranoia_04_adestramento_capitalismo_propaganda

 

Outros #s:

romance-paranoia#1-quadrinho-independente-curitiba-undergound-hq  romance-paranoia#2-quadrinho-independente-curitiba-undergound-hq   romance-paranoia#3-quadrinho-independente-curitiba-undergound-hq

 


Abraço. Obrigado pela leitura.

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Ricardo GosWod

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Coluna “Sem tempo pra trabalhar” – OverNight-AndreDeMeijer-RomanceParanoia

 

Olá. Coluna 2.

Uma indicação de orientador de passeio no mato.

Um filme “trash” do filho e amigos.

Mais um quadrinho mofado.

 

cidade
CWB – Foto: Ricardo GosWod

 

Entrevista com The Balcony Man

Você está na escola e mandam um trabalho de línguas. Dá pra fazer aquilo pensando em uma carreira de comércio internacional pra deixar sua família classe média esperançosa. Dá pra fazer um lixo qualquer porque você entende que não vai dar futuro pra ninguém se empenhar nisso. Ou, dá pra se divertir um pouco. Essa gente aí do Balcony Man resolveu misturar tudo: fizeram um “lixo” divertido esperançoso. Eles são estudantes de Curitiba com gosto e afinidade pelas artes cinematográficas e acabaram por desenvolver um pequeno filme “trash” chamado OverNight. Neste curta de terror, os autores/diretores/atores Gabriel, Johan e Karol, idades entre 17 e 18 anos, utilizam material comum, câmera barata, um quintal e um ajudante “pai” para desenvolver sua história. Fiz algumas perguntas para eles:

RGW: Qual foi a grande motivação para se ir um pouco além do esperado e produzirem o primeiro filme do grupo?
BM: Nós tivemos muitas motivações. Dentre elas, o próprio trabalho de inglês. Mas, além dele, nossa paixão por arte e nossa vontade de colocar nossas virtudes em prática por meio dela.

RGW: Como lidaram com a falta de recursos, de material profissional, de estrutura?
BM: Como fizemos um filme Trash, não houve muito problema com a falta de material. A criatividade resolveu tudo, pois utilizamos até salame para representar as tripas do Joey, o personagem fazendeiro, quando morto.

RGW: Sobre a ideia inicial do filme, até chegar no roteiro e detalhes de filmagem, como foi o processo? Já sabiam o que queriam no início ou foi acontecendo?
BM: Nós iniciamos com a ideia simples de filme de terror Trash. Depois, pensamos num local e num tema e, em seguida, planejamos um roteiro básico, apenas com a descrição de cada cena. Por fim, escrevemos um roteiro com todos os detalhes e falas e filmamos. Esse processo foi acontecendo aos poucos, mas desde o início já tínhamos muitas ideias, apenas selecionamos um caminho para seguir por entre elas.

RGW: Como lidam com o pouco tempo e muitas obrigações, ou até mesmo muitos vídeo games para serem jogados, e ideias de se fazer coisas, como a deste filme? Como lidam com o que é prioridade, ou levar ou não a sério um projeto qualquer?

BM: Tempo para jogar nós tivemos, mesmo enquanto fazíamos o filme – jogamos muito enquanto escrevíamos o roteiro -, mas o que nos ajudou muito a ter tempo e dedica-lo ao filme foi a ausência de outras coisas para fazer num curto período de tempo. Nesse tempo, pudemos pegar todas as ideias que já tínhamos para o filme, aprimorá-las e coloca-las em prática.

RGW: Qualquer um pode tentar?
BM: Qualquer um pode tentar. Mas apenas conseguirão aqueles que tiverem vontade e determinação suficientes para isso.

RGW: Novos planos para Balcony Man?
BM: Sim. Por enquanto, temos planos para um filme de terror Trash até o fim do ano e um livro de piadas ruins que ainda não possui data pra ser lançado.

Entrevista respondida por mensagens, por Gabriel Tochetto e Johan Wodzynski – Balcony Man.

 

Excursões guiadas na mata atlântica com André de Meijer

André
André

Uns anos atrás conheci este sujeito muito habilidoso e comprometido em entender a natureza, as espécies vegetais e animais e a dinâmica dos ambientes. De origem holandesa mas no Brasil já a quase 40 anos, André de Meijer tem reunido suas experiências e observações em escritos que chamou de “Cartas da Mata Atlântica”. Agora, após 172 edições (mais recentemente postadas em seu site http://www.andredemeijer.net), André as está editando em um livro a ser lançado em breve.

O que sempre me chamou a atenção em suas cartas, as quais recebo por e-mail há anos, é sua linguagem ao mesmo tempo técnica e com aquele sabor poético de um observador da natureza que se esforça em escrever em uma língua que não é a sua, o que faz muito bem. São cartas que descrevem, por exemplo, a passagem de aves migratórias, datas, horários e sequências anuais; ou os ciclos da floração das espécies; descrição e contagem das espécies moradoras da sua residência (incluindo aí ele mesmo como um homo sapiens sapiens); fungos e pássaros; e até as espécies com folhas largas, presentes nas bordas de estradas, indicadas para emergências “sanitárias” – tudo com tabelas, quantificações, nomenclatura e citações em publicações. Entre o bom humor, o prazer da observação e a pesquisa científica, foram dezenas de cartas com grande conteúdo.

Morador de casas simples em ambientes rurais, André atualmente reside em Guaraqueçaba, às margens do rio Tagaçaba, onde pesquisa, escreve e presta serviços de tradução (Holandês/Alemão/Português) e também como guia para excursões. Este trabalho de guia merece destaque, não só pelo serviço de orientar caminhadas, observações e pesquisas, mas pela própria importância ambiental da atividade. Além de almejar seu próprio sustento, André percebe nesta atividade, com seu aumento de demanda, uma oportunidade para outros moradores locais, muito conhecedores da região, passarem a obter com isso alguma nova renda e diminuírem diretamente a pressão antrópica ao ambiente (caça, pesca, plantios inadequados) em uma região bastante importante ecologicamente.

Que tal, ao invés de ver o mato de um automóvel que agride animais e vegetais pelo barulho, velocidade e poluição, fazer um passeio à pé, lento, orientado e cheio de informações? Verifique os temas de passeios, organize um grupo e combine uma data. Passeios com temas como conchas, história, borboletas, aves, cogumelos, mutucas e muitos mais – verifique no site a lista completa.

Contato do André: a.de.meijer@gmail.com – Pode ser que leve alguns dias para ele responder pois mora longe de um acesso à internet, mas sempre responde.

Há sim, mais uma coisa, caso eu não tenha agradecido o suficiente, André, obrigado!, pelo trabalho de consultor de pronuncia para o já falecido De Kroeg (bar).

www.andredemeijer.net.

Mais um quadrinho mofado

Pra encerrar, quadrinho “2” de Romance Paranoia. Mais um resgate da gaveta, cheio de poeira e mofo. E se não viu o primeiro, vai no post anterior! Aproveita e não perde o próximo na coluna que vem!

romanceparanoia2

 

 

Abraço.
Ricardo GosWod.
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Coluna RGW

 

 

Sem tempo pra trabalhar, Coluna por Ricardo GosWod.