Eixo Mole Skate Zine no Carga Pesada web radio

Nesta sexta-feira dia 26 de agosto, foi ao ar o programa Carga Pesada, e nesta semana a crew do Eixo Mole foi convidada a apresentar dois blocos na programação.

Foram selecionados sons que fizeram parte das duas primeiras edições do fanzine de skate. São bandas do pessoal do Eixo Mole e de amigos e que formam a trilha sonora dos rolês e dos videos de skate editados pelos CWB Skt Warriors.

Os sons:

Our Fate – Left Behind

Mar AbertoMurder me Slowly

I shot cyrus – I shot cyrus

Disease – Redlightz

Descendente de Macaco – Vida Ruim / Álbum: Vida Ruim Ep (2016)

C/E Balad – Evil Idols

One More Time – Evil Idols

Mapa – Cãos

Estrumental – Ornitorrincos – @ornitorrincosss

Carga Pesada

O Carga Pesada é um programa de webradio criado por Jaron Custódio, curitibano, atuante na cena punk e hardcore local, que atualmente é radicado em Lisboa, Portugal. O objetivo do programa é selecionar e tocar música pesada: metal, punk, hardcore e suas vertentes.

Há aproximadamente três anos atrás foi ao ar pela plataforma mixcloud a primeira edição, que além de ter Jaron Custódio à frente, contava com presença de Puga Cavassin que deixou o programa em 2021 para tocar seus projetos pessoais.

Mais recentemente, o programa tem contado com a participação de Nilo Netto na seleção musical e comunicação, enquanto Jaron faz a seleção, locução e edição do programa.

O Carga Pesada vai ao ar semanalmente, toda sexta-feira pelo mixcloud com programas inéditos. E ele é reprisado nas webradios Mutante Radio, Alternativa Rock, Web Rádio Taverna, Rádio da Baixada Santista, Rádio Rock Capital (no Brasil) e 414 Rádio Rock (no Peru) em diversos horários.

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Eixo Mole no Youtube

Vem aí o festival de metal Abrigo Atômico – Atibaia SP – 10 de Abril

Por: Renato Andrade / Rodrigo Ortiz Ortega

METAL FEST que acontece em ATIBAIA / SP, desde abril de 2006! Desde sua primeira edição, o Abrigo Atômico vem ganhando espaço na cena underground. Inúmeras bandas consagradas já se apresentaram, como Anthares, Genocídio, NervoChaos, Andralls, Executer, Pentacrostic, Oligarquia, além de bandas da nova geração do metal nacional.

Após mais de 7 anos de hiato, o Abrigo Atômico retorna no dia 10 de Abril, em Atibaia, no Barracão, com:

Attomica, Justabeli, Chaoslace Warbound, Trendkill Inc,

e as bandas locais:

Attack Force, Cruscifire, Cronofobia, Sickymind e Sour Brandy (fazendo a abertura do evento).

Contamos com a Presença de Todos!!!

Mais informações: https://roadiecrew.com/agenda/abrigo-atomico-fest/

Renato M. de Andrade (Insta @renatoandradesk82) é de Atibaia-SP, jornalista e skatista há 30 anos e colaborador em Jorle e no projeto MyTrix – Guia de Picos de Skate.

Sonz #4 – Eixo Mole Skate Zine

Sonz #4

Trilha Sonora do Eixo Mole Skate Zine 4.
Ouça no Youtube/eixomoleskatezine ou soundcloud.com/eixomoleskatezine

Assista ao Eixo Mole Skate Zine! Se inscreva no Canal!
https://www.youtube.com/eixomoleskatezine

Eixo Mole Tema, Johan Wodzynski
Rultiplo “Underrated”, Combustão Espontânea, 2017 – @rultiplo
Strogonoff Satânico “Strogonoff Satânico”, Autointitulado, 2021 – @strogonoffsatanico
Colligeri “Intro”, Split, 2022 – @colligerecwb
Colligeri “Soi Senhores do Destino”, Incerto, 2003 – @colligerecwb
Teu Pai Já Sabe? “Vá de bike”, Agora Sabe, 2019 – @teupaijasabe
Murder me Slowly “Polar”, Ghost Murder, 2021 – @_murdermeslowly
Mythologyca “Lady of the Crows” @mythologyca.band
CHERON ft. leo.txt “Million Dollar Baby”, 2021 – @giovani_cheron
Orlando Muzg “Areia Branca_Original Mix”, 2021 – @muzgwaves
Orlando Muzg “Cidades de Plástico – Vídeo edit”, 2021 – @muzgwaves
Thiago Marques “RUA”@thiago_marks
Swedagon. Reynaldo Aranha “Ganja Dub” – @reynaldoaranha

Ouça no SoundCloud!

Se preferir, ouça no Youtube!

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“SOUL PAINTED BLVCK” – EP digital de Murder Me Slowly

Capa do Álbum Soul Painted Blvck - Murder Me Slowly

“SOUL PAINTED BLVCK” OUT NOW!

SAIU!! Depois de quase dois anos de trabalho, a banda Murder Me Slowly, de Curitiba, lança seu EP digital “SOUL PAINTED BLVCK”.

Os sons autorais e produzidos de forma independente estão disponíveis em todas as plataformas digitais. E se curte metal e suas variações e ainda valoriza trabalhos bons e independentes, pode adquirir o pacote apresentado pela banda, por R$12, onde você receberá para download:

  • As 6 faixas do EP nos formatos mp3 e wav;
  • O encarte digital do EP em formato pdf, em português e em inglês;
  • 6 wallpapers temáticos do EP e do single “Ghost Murder” em HD para computador;
  • 6 wallpapers temáticos do EP e do single “Ghost Murder” em HD para celular.
Capa do Álbum Soul Painted Blvck - Murder Me Slowly

Compre agora na Loja Jorle! R$12!

  • EP digital com faixas em mp3 e wav, encarte e wallpapers para telas e celular.

Todo o conteúdo do EP Digital foi produzido de forma independente pela Murder Me Slowly e conta com fotos produzidas pelo parceiro da banda, Eudig Fernandes, e imagens retiradas do clipe do single “Ghost Murder“, produzido pelo artista Haus.
As 6 faixas foram gravadas pela banda e mixadas e masterizadas pelo baterista Johan Wodzynski.

O álbum traz as faixas:

– Ghost Murder
– Ganância
– Soul Painted Blvck
– Polar
– Brado Decadente
– Antichrist

Assista ao video clip da música “Ghost Murder”, parte integrante do álbum.

Contatos:

Murder Me Slowly

Instagram: @__murdermeslowly

Facebook: @mmsoficialbr

YouTube: Murder Me Slowly

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Coluna STT: Livro Cartas da Mata Atlântica | 5INCO – Dead Fish | Demo-tapes Brasil | Interferência Metal

Olá! Este post é para apresentar ou lembrar a todos de algumas coisas legais de gente legal, como o lançamento do livro do André de Meijer, o último episódio do 5INCO, do Marcelo Bacellar e um trabalho de digitalização de K7s “Demo-tapes Brasil”. Ainda gostaria de compartilhar um vídeo doméstico sobre como o metal bagunça a vida da pessoa.

 

Livro “Cartas da Mata Atlântica: histórias da natureza do litoral paranaense”.

Livro-cartasdamataatlancia-andre-de-meijerHá pouco tempo foi lançado o livro do André de Meijer, que já citei aqui em outro artigo. André, que depois de anos escrevendo suas “Cartas” tratando de suas observações científicas do ambiente natural onde residiu na Mata Atlântica, as quais enviava por e-mail à amigos do Brasil, Holanda (seu país de origem) e outros, reuniu todo este rico material e organizou esta publicação. O Livro pode ser comprado na loja da Amazon. Lá, no link “look inside”, pode-se dar uma espiada no conteúdo, prefácio e introdução.

 

5INCO – Edição Final, com Rodrigo Dead Fish

Com a 10ª edição do programa/vídeo/entrevista “5INCO”, o Marcelo Bacellar completa este trabalho com uma baita entrevista com Rodrigo, membro da banda Dead Fish. O trabalho completo foi, segundo o próprio Marcelo, “uma série de gente que curte trocar ideia sobre o punk. Temas discutidos como conversas de porta de show, mesa de bar ou chat do mirc”. Segue o vídeo do último episódio e também links para todos as edições.

 

Links:

5inco15inco25inco35inco45inco55inco65inco75inco85inco95inco10

Extra: 5 Perguntas para Fabio Mozine sobre hardcore japonês:

5inco_extra

 

Demo-tapes Brasil – Descubra o maravilhoso mundo do Rock feito em fita cassete nos anos 80 e 90

Sim, é difícil se livrar do passado! E esse cara fez um favor aos saudosistas, digitalizando um grande número de gravações das mais variadas. Edson Luís Souza organizou um belo acervo, com gente como Adjustment,  Detrito Urbano, Voices, Anões de Jardim, Cólera, e por aí afora. É só entrar no link disponível na página do projeto e baixar. São 553 títulos!

https://demo-tapes-brasil.blogspot.com.br/

 

Interferência Metal

E pra encerrar o papo, deixo aqui este vídeo doméstico sobre fatos do metal: sacode a vida da pessoa!

Abraço!

 

Ricardo GosWod

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Coluna RGW

Ricardo GosWod: Marido de artista e pai de roqueiro progressivo. Skatista faz 26 anos. Depois de velho foi jogar rugby e estudar arbitragem. Escreve sobre o que lhe interessa: amigos espertos, música, skate, rugby, zines … Trabalha nas horas de folga com projetos gráficos visuais e geoprocessamento.
Escreve a Coluna “Sem tempo pra trabalhar“.

10 mil visitas: Obrigado!

Olá. Esta semana bati o olho no site Jorle.com.br e percebi que as visitas chegaram a 10.000! Gostei muito e quero agradecer você e todo mundo que visitou. Também agradeço aos parceiros que tem dado alguma força e aos colunistas que dedicam tempo para produzir material novo. Ter visitantes dando uma espiada no que fazemos é bacana, sim, e até faz pensar que isso tudo pode ter alguma utilidade! Valeu!

A Jorle teve início com a abertura daquela gaveta para onde costuma ir todo um impulso poderoso de ideias absurdas e desnecessárias. Ideias essas que não são solicitadas, não aceleram a economia e muito menos trazem prestígio, mas estão lá, surgindo da vontade pura de desenvolver alguma potencialidade, teoria ou simplesmente por pra fora o que precisa ser posto.

Desde o início, a principal mensagem aqui é PENSE E FAÇA. Expor algumas experiências, movimentar as coisas, produzir e distribuir conteúdo e assim incentivar e ativar o compromisso de dar atenção a seus próprios projetos. E com o tempo e mais parceiros, isso está se tornado, também, uma espécie de salão de baile, onde encontros acontecem e ideias fluem. Tem funcionado comigo e espero que com mais gente também.

 

O que já aconteceu de bom: Projetos, Colunistas, POST.E

A exposição virtual Cara-da-Tábua, além de reunir arte em shapes de skate, também conta um pouco da história de Curitiba, com as colaborações de muita gente boa; Outro projeto que caminha tranquilo é o da digitalização dos Fanzines da Casa da Ponte, que logo vai receber mais um lote e algumas seleções, como zines que entrevistaram bandas, por exemplo. Já o time de colunistas está aos poucos crescendo, cobrindo temas como rolês de bike e a pé, música, bandas, contracultura, skate, zines, arte, jogos, e o que mais estivermos vivendo; E ainda, um trabalhinho legal de divulgar eventos de amigos e conhecidos: o POST.E.

Novos projetos

De antemão, gostaria de falar sobre dois projetos que estão em andamento, e logo serão lançados ‘oficialmente’. Um deles é a coleção de shapes de skate com models de artistas: alguns artistas que tem envolvimento com o mundo do skate foram convidados a fazer trabalhos que possam virar estampas em shapes e em parceria com um fabricante iremos fazer a produção. Está ficando bom e o pessoal é ‘responsa’! Só aguardar.

E outro trabalho, também com alvo no “skate” é o MyTrix: Jogo / mapa da cidade com Spots pro rolê. Este trabalho é um projeto antigo, que aos poucos foi tomando forma e em breve terá seu primeiro módulo disponível.

Tope cafonices mais visualizadas

Só pra relembrar, aqui estão alguns dos posts que mais foram lidos nos últimos tempos:

Pepeu Prado - Hand Plant Backside, 1984, no extinto Half Pipe do Velódromo, que era uma cópia de um Half do Summer Camp da Suécia – Infos: Pepeu
Decks do Pepeu Prado – Skatista Insano de Curitiba

 

 

STT-cerebrodegalinha-hardcore-entrevista-banda-para-crossover-grind-brasil-punk-cafofo-facavocemesmo-underground-culturaalternativa-contracultura-alternativo-DIY
STT: Entrevista com a Banda Cérebro de Galinha, puro talento underground do Pará

juliano-guimaraes-model-caradatabua-exposicao-skate-skatista-curitibano-cwb-barcelona-shape-promodel
De Barcelona: Juliano Guimarães na Expo Cara-da-Tábua – Shape em homenagem à Curitiba

 

trabalho-trabalhar-diadotrabalho-clt-reformatrabalhista-punk-punkrock-hardcore-DeadKennedys-BornAgainstn-BlackFlag-WhiteCristianDisaster-RegimeTentaculo-SuicidalTendencies-Clash-Infect-Ramones-Evilidols-FacaCega-KidVinil
Coluna STT: 10+ músicas sobre trabalho – punk/harcore

 

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Coluna De Rolê: Como fazer caber 9054 metros de altitude no Bosque do Alemão? Everesting!

publicação-dobrada-RafaelSchwab-fanzine-maquelado-literatura-conto-história-arte-desenho-ilustracao-hugoAlex
Coluna Música de Filho da Puta: Publicação dobrada é uma complicação fudida

Coluna Ouvhinddoh Meshuggah Nashuvvah: As 7 Melhores “Viradinhas” do Metal
Coluna Ouvhinddoh Meshuggah Nashuvvah: As 7 Melhores “Viradinhas” do Metal

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado!

Obrigado mais uma vez! Se você leu isso é porque vem acompanhando ou ficou interessado. E poxa, vai fazer seus projetos e por sua energia onde realmente escolher! Grande abraço! E se quiser, escreve aí, e conta o que tá achando!

Valeu!

 

Ricardo GosWod.

 

 

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Coluna Ouvhinddoh Meshuggah Nashuvvah: As 7 Melhores “Viradinhas” do Metal

Rhaud-OuvhinddohMeshuggahNashuvvah-Metal-viradinhas-Meshuggah-Panzerballett-Haken-AnimalsAsLeaders

“Viradinhas”. Um amigo meu criou esse termo e eu gosto muito de usá-lo, porque faz muito sentido a partir da primeira vez que você interliga o nome ao acontecimento dentro de alguma música.

Esse fenômeno das composições é simples e tímido, mas muito reconhecido pelos amantes do ritmo, quando esses identificam uma bela mudança em meio a uma música, sendo essa “viradinha” pequena e escondida ou grandiosa e demorada. Além disso, ele se caracteriza pela mudança rítmica ou temporal dentro da música, que geralmente pode ser melhor percebida pela bateria ou outro tipo de percussão utilizada, pois são esses os instrumentos que costumam marcar o tempo. Isso estranhamente causa prazer aos ouvidos de algumas pessoas, enquanto para outras, não há nada de especial nas “viradinhas”.

Apesar de acontecer em todo tipo de gênero musical, vou exemplificar com um dos estilos em que essas mudanças mais acontecem, e meu preferido, listando aqui vários trechos de músicas de Metal.

Vejam com seus próprios ouvidos e mentes:

(os tempos marcados são “antes da ‘viradinha'” – “fim da viradinha”, portanto é interessante observar os trechos anteriores e posteriores aos tempos marcados, para observar melhor o que acontece em cada música.)

 

  1. Meshuggah – obZen (3:02 – 3:13)

A guitarra começa sozinha, repetindo um padrão de notas. Posteriormente, a bateria acompanha o padrão, mas, juntos, os dois instrumentos cortam o fim da última repetição, o encaixando no riff seguinte, causando essa sensação mágica da “viradinha”.

https://youtu.be/W3v3RvXRiuY?t=172

 

  1. Meshuggah – Do Not Look Down (0:00 – 0:24)

A música começa com a bateria acentuando notas específicas da melodia, e o riff é repetido algumas vezes. A “viradinha” acontece modificando a acentuação das notas, enquanto a melodia continua sendo a mesma, causando a mesma sensação mágica. Esse tipo de fenômeno é explicado no video https://www.youtube.com/watch?v=oQYykIoEKP4&t=1500s, por Jan Zehrfeld (guitarrista do Panzerballett, banda também utilizada como exemplo aqui abaixo)

 

  1. Panzerballett – Vulgar Display Of Sauerkraut (1:21 -2:04)

A guitarra inicia sozinha e é acrescentada da bateria. Logo, a banda toda muda para outro riff e o repete algumas vezes com mudanças entre uma vez e outra. Em seguida, retorna ao primeiro riff, tocado com acentuações em notas diferentes da primeira vez. E depois, as acentuações mudam novamente, deixando-o mais pesado. Por fim, a música caminha para um trecho mais tranquilo.

 

  1. Haken – 1985 (8:38 – 9:08)

A virada na bateria é feita junto com os outros instrumentos e leva a música de um riff mais rápido para outro mais lento e pesado. Logo depois, a bateria muda a contagem de tempo, finalizando a música com uma polirritmia entre o prato que marca o tempo e o restante do que é tocado.

 

  1. Haken – The Architect (4:49 – 5:03)

O riff com tempo quebrado é iniciado e tocado duas vezes. Na terceira vez, a bateria marca e acentua tempos diferentes, causando o efeito da “viradinha”.

 

  1. Haken – The Architect (12:01 – 13:18)

Sem palavras. Tire suas próprias conclusões.

 

Pra finalizar:

  1. Animals As Leaders – Inner Assassins (1:38 – 2:36)

 

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Rhaud é compositor e criador de jogos e escreve exatamente sobre isso em sua coluna Ouvhinddoh Meshuggah Nashuvvah.
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