Estas são notas sobre re-evolução.
São registros e comentários sobre dias de skate e como eles impactam em uma escala de auto consciência. Neste #2, pico em Colombo-PR: a Social Plaza.
Com fotos de Roger Olho e Fliyng Gorilla.
Participação de Roger Olho.
Palestra de Rodney Mullen: Faça um Ollie e inove!
Sobre poder da comunidade, conhecimento acumulado e inovação. https://youtu.be/3GVO-MfIl1Q
Ricardo GosWod: Marido de artista e pai de roqueiro progressivo. Skatista faz 26 anos. Depois de velho foi jogar rugby e estudar arbitragem. Escreve sobre o que lhe interessa: amigos espertos, música, skate, rugby, zines … Trabalha nas horas de folga com projetos gráficos visuais e geoprocessamento. Escreve a Coluna “Sem tempo pra trabalhar“.
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Olá. Este é o Auto Ciência da Re-evolução. São notas sobre re-evolução. São registros e comentários sobre dias de skate e como eles impactam em uma escala de auto consciência.
Tirando as palavras bonitas e o floreio, são gravações de vídeo digital de tentativas de ‘acertar qualquer coisa’ e um desafio em suportar a exposição excessiva, coisa que aos 40 e poucos tenho certa dificuldade em assimilar.
Também é uma oportunidade de caçar trilhas sonoras de gente bacana para ajudar no entretenimento. Desta vez fui atrás de uns amigos que estão na ativa produzindo barulho, como Vida Ruim e The Fucking Shits; reencontrei o DJ LG Roc, que esteve muitos anos acompanhando rapers em Tóquio; e ainda indico o Djinnt, que são dois caras que cresceram juntos fazendo som (sendo um deles o Rhaud) e são pilhados por tempos quebrados e polirritmia, coisas que me fizeram me interessar por metal, depois de décadas de descaso.
As narrações do vídeo ficaram horríveis, é evidente, mas decidi não me preocupar tanto com isso e ver se aos poucos melhoram. Vamos ver se além desta, consigo preparar outras edições. Como disse o LG, ficou com cara de ‘video-zine-de-skate’. Eu gostei desta definição.
E sim, o flerte com Evolução e Ciência é proposital. Isso significa que tendo ao cientificismo. O que na prática, quer dizer que tenho grande dificuldade em aceitar questões que não passaram pelo ‘método científico’, por exemplo, ou similares. E eu estou aqui levando em consideração que as possibilidades de nossa existência são mesmo infinitas, e que só porque não podemos comprovar algo, não quer dizer que este algo não tenha probabilidades. Mas com a atual nuvem negra de obscurantismo pairando sobre nossas cabeças, achei oportuno levantar o tema, nem que fosse de forma paralela às manobras de skate.
É Isso. Valeu pela presença! Se quiser colar no rolê manda um ‘alô’. Abraço. Até logo.
Ricardo GosWod: Marido de artista e pai de roqueiro progressivo. Skatista faz 26 anos. Depois de velho foi jogar rugby e estudar arbitragem. Escreve sobre o que lhe interessa: amigos espertos, música, skate, rugby, zines … Trabalha nas horas de folga com projetos gráficos visuais e geoprocessamento. Escreve a Coluna “Sem tempo pra trabalhar“.
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