Eixo Mole Skate Zine #4 – Skate para a vida Foda! | Produção CWB SKT Warriors | Fanzine Cultura SK8

Tá no AR!!!

ASSISTE! Se INSCREVE. Não vacila!

Quadrinha Vish | Fabrício da Costa & Raphael Braciak | Marcos Pesch | Luiz Postal

Esta edição conta com entrevista sobre vida e carreira de skatista profissional com Raphael “Urso” Braciak e Fabrício da Costa (37:02), ambos com mais de 30 anos de skate e muitas experiências. O vídeo também traz o depoimento de Marcos Pesch, preparador físico e skatista (10:48), contando um pouco sobre como andar de skate a vida toda e sobre sua experiência de gravar uma “vídeo part”, o “46-36”, lançada este ano.

Ainda, a já tradicional parte dedicada à nova geração. Desta vez o alvo é o “Crew do J.A.”, com a rapaziada do Jardim das Américas (00:59), bairro de tradição no skate de Curitiba. Uma comunidade ativa que organiza o rolê em torno da “Quadrinha da Vish”. Para completar, o Rolê Tiozão, com as sessões de skate da Crew CWB Skate Warriors (17:32), produtores e organizadores do Eixo Mole.

Luiz Postal foi o artista convidado para a sessão “Arte & Barulho” (43:32) e nos presenteou com imagens produzidas especialmente para a abertura e sessões do Eixo Mole (resenha no final da descrição do vídeo).

Fique ligado! Em breve: * Entrevista completa com Urso e Fabrício; * Sonz: com a Trilha sonora do Eixo Mole #4.

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Inspirado na estética dos ‘fanzines’, o EIXO MOLE é um vídeo revista sobre a cultura do skate.

Sessões:

00:00 Abertura

00:59 Skate Hoje

10:48 Skate pra Vida Foda

17:32 Rolê Tiozão

37:02 Passando o Eixo

43:32 Arte & Barulho

Editado pela galera dos CWB Skt Warriors, Velhos Malditos Skatistas de Curitiba.

Canais:

youtube.com/eixomoleskatezine :: Canal para lançamento dos vídeos.

https://www.instagram.com/eixomole/ :: Instagram com divulgações e corres do dia a dia.

https://soundcloud.com/eixomoleskatezine :: Canal para publicações das trilhas sonoras e podcasts.

Página do projeto em Jorle: https://www.jorle.com.br/projetos/eixo-mole-skate-zine/

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Zonz:

* Abertura: Beats: LGRoc “BACK TO THE ROOTS” @LGROC; Rock: Johan Wodzynski “Intro Eixo Mole” @johan.wodzynski;

* Jovens – Quadrinha J.A.: 1) CHERON ft. leo.txt “Million Dollar Baby”, 2021; 2) Mythologyca “Lady of the Crows”; 3) Strogonoff Satânico “Strogonoff Satânico”, Autointitulado, 2021; 4) Rultiplo “Underrated”, Combustão Espontânea, 2017;

* Marcos Pesch: Thiago Marques “RUA”;

* Rolê Tiozão: Orlando Muzg “Areia Branca_Original Mix”, 2021; Orlando Muzg “Cidades de Plástico – Vídeo edit”, 2018; Pepeu Gomes “Mil e Uma Noites de Amor”, Energia Positiva, 1985; Colligeri “Intro”, Split, 2022; Colligeri “Soi Senhores do Destino”, Incerto, 2003; Murder me Slowly “Polar”, Ghost Murder, 2021; 411VM Theme;

* Passando o Eixo: Shwe Dagon “Ganja Dub-11399”;

* Cultura, Arte & Ruído: Cover por Luiz Postal: New Order – Bizarre Love Triangle;

* Créditos finais: Teu Pai Já Sabe? “Vá de bike”, Agora Sabe, 2019.

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Cultura, Arte & Ruído

Eu sou o Postal. Luiz Antônio Postal Borges… Postal é meu nome mesmo.

Eu me formei em Direito e Design e me deformei em skate (na rua e nas várias roubadas que o skate me ensinou).

Tô na fase do Metal: platina no braço e titânio na boca. Acho que é isso que apita no sensor antirroubo do mercado e faz cócegas no meu crânio quando eu estou na porta giratória do banco. Sou skate/rua desde 1988. Tipo assim – sou uma breve estória do Século Passado. Tô cromado e um skema bem bom vai ser comprar um shampoo Tio Nacho acaju.

Viu!?! Tá saindo uma Água de Cheiro de Cavalo minha agora pela Jequiti. Pode comprar. Vai fazer crescer pelos no peito, pelos no suvaco (tem uns cinco casos comprovados até agora) e pelos na orelha…

Todas as artes feitas para o Zine Eixo Mole são únicas e exclusivas.

A arte inicial foi inspirada no Mark Gonzales. O Gonz, assim como Natas Kaupas, é a essência do street skate. Brainwash Victim é uma percepção do Gonz acerca da falsa realidade que sempre estão tentando nos impor. A arte de fundo é um ollie flip que o Gonzales lançou no Embarcadero lá pelos anos 90. Todo skatista é um visionário, uma pessoa sem medo que aprende por si só. A vida e a arte na prática. Erro não existe.
Arte 2 Steve Olson – Esse cara tem quase 60 anos, tá andando de skate, fazendo arte e vivendo a real, tá namorando e produzindo. ?Ele simplesmente ligou a cena skate com a cena punk.
Arte 3 – cultura arte e ruído: skate é uma forma interdisciplinar ou multidisciplinar de perceber o mundo. Isso me levou a criar e apresentar a imagem do “lavar louvar e lesar”, tudo o que é percepção é consciência mental. O tema “brainwash victim” vai repetir-se forever, and again, and again.
Arte 4 – Passando o eixo. Não existe uma lógica nas relações humanas. Passar o eixo significa transmitir um da pouco tradição daqueles que estiveram aqui antes, para que nós vivêssemos o skate. No skate não existe um poder central. Não há um estado representativo e não há lei. Não há regras ou mesmo condutas. A única tradição, verdade e princípio é a liberdade.
Arte 5 – Skate Hoje. Em todo ambiente urbano e livre desse planeta você vai encontrar e conhecer uma “crew”. Uma turma ou galera local do skate que se destaca ou domina uma pista, uma rua, um bairro… Nesse momento destacamos a galera do Jardim das Américas – Nova Geração. A imagem de fundo é de um filme de suspense das antigas: “Village of the Damned”, Cidade dos Malditos ou Cidade dos Amaldiçoados – em português. Por favor, assistam só a versão original…
Arte 6 – Pesch. Skate a vida Toda. Bem, o Marcos Pesch é um cara que anda desde sempre e tem muito conhecimento acerca das condições físicas para praticar bem o corpo, a alma, a cultura, o espírito e a mente de um skatista. Eu quero muito arrepiar e rasgar um carro, andar de skate nele. ?Isso acontecia em alguns campeonatos gringos no passado. Foi essa a intenção da arte que eu quis passar: skate é transgressão. Andar de skate quando você fica velho então – é transgredir mais ainda.
Arte 7 – Fechamento. Todos os olhos estão sobre nós, em todos os lugares, o tempo todo. ?O “Grande Irmão” é onisciente, onipresente e ?Na real: ?Duvide de tudo (não sei se o bagulho é tão onipotente).

Valeu, eu sou o Postal; se puder, me esqueça, me apague e não me ouça.

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CWB SKT Warriors

#eixomole #eixomoleskatezine #fanzine #cwbsktwarriors #eixomolequatro #cwb #skt #skateboarding #skate

Eixo Mole Skate Zine #3 – Pioneiros do Street em Curitiba – NO AR!

Eixo Mole Skate Zine #3 Pioneiros do street em Curitiba

Já está no ar a nova edição do Eixo Mole Skate Zine!

 

NESTA EDIÇÃO

‘Rolê Tiozão’ com os CWB-SKT-Warriors;

‘Cultura Arte & Ruído’ com Guilherme Vera – G.Veras – e a pista Local Board em Pontal do Sul – PR;

‘Skate Hoje’ com os Skater´s do Litoral-PR Lucas Lima, Eduardo Oliveira (Dudu), Drope EACV, Luiz Lipski, Jeff Jefferson Marques, Alex Pit Bull;

‘Passando o Eixo’ com depoimentos dos Pioneiros do Street Skate em Curitiba Alexandre Kobra, João K-Olho, José Selski e Leonardo Fukuda.

 

CRÉDITOS

Eixo.Mole é um skate-zine montado com arquivos de rolês e conversas das redes sociais da crew CWB-SKT-Warriors.

Inspirado na estética dos ‘fanzines’, o Eixo Mole é um vídeo revista sobre a cultura do skate. Trazendo as sessões ‘Old School’, ‘Memórias’, ‘Passando o Eixo’, ‘Arte & Barulho’ e ainda ‘Skate Hoje’, com a cena atual, é um canal de informação e conexão de gerações, editado pela galera dos CWB Skt Warriors, Velhos Malditos Skatistas de Curitiba.

Pega as novidades seguindo #cwbsktwarriors e #eixomole, ou pela página do Projeto aqui em Jorle!

Inscreva-se no Canal no Youtube para acompanhar os lançamentos!

 

SONS

:: Abertura: Beats: LGRoc – BACK TO THE ROOTS @LGROC Rock: Johan Wodzynski – Intro Eixo Mole @johan.wodzynski Teaser: “NEVE EM CURITIBA” – FACA CEGA – ep 2016

:: Role Tiozão – Você consegue: Ricardo Goswod: PLUTO – SURF CAMBOJA 2 PLUTO – SURF CAMBOJA 3 IAN MACKAYE Peterson Caetano: “LULA LIVRE REGGAE” – DIGITALDUBS; EARL SIXTEEN – 2019 Diogo Vinícius / Cícero Kato: “PAY TO LIVE” – AGENT HELL FIRE olho: “MORTE ASCETA” – MORTE ASCETA – 2002 Sole / Lgroc /Antonio / Julian/ José Selski GS; SADAT – MESS PROD BY LG ROC Cesar Noda: GS; SADAT – MESS prod by LG ROC Morcego: LOOP (VOODLOOP) – LOOPMAKER (LACUZ12) MIXTAPE: LOOPS IN THE SKY BY LACUZ 12

:: Skate Hoje: Skater´s Litoral-PR: Lucas Lima – Eduardo Oliveira (Dudu) – Drope EACV – Luiz Lipski – Jeff Jefferson Marques – Alex Pit Bull: AW SHIT MPz LG_ROC

:: Cultura Arte & Ruído: Guilherme Vera – G.Veras: A Arte de Viver – Eltin

:: Passando o Eixo Pioneiros do Street Skate em Curitiba: Alexandre Kobra – João K-Olho – José Selski – Leonardo Fukuda: Public domain Street of Fire

:: Merchandising: “ONE MORE TIME” – EVIL IDOLS – EVIL IDOLS/MOTOSIERRA – 2003

:: Créditos: DJ ROMER GOYA – PISTA MECÂNICA

 

PRODUÇÃO

CWB-SKT-WARRIORS Allysson Miko, André Toppel, Antônio Kantek, Cesar Noda, Cícero Kato, Clezinho, Felipe Bico, José Selski, Guilherme Simpson, Jefferson Morcego, Julian Polydoro, Juliano Carlos, Leandro Lgroc, Romer Goya, Olho Wodzynski, Sole, Peterson Caetano, Ricardo Goswod Aviso: As ideias e opiniões expressas nas ‘partes’ de skatistas e nos depoimentos são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do zine.

CONTATO

eixo.mole.skate.zine@gmail.com

Cara-da-Tábua + Entrevista: Giulio Sertori – Artista, Skatista e Video Maker de Bérgamo IT, morador de Curitiba

Exposição Virtual Cara-da-Tábua, de Decks de skatistas de Curitiba.Giulio Sertori está no Brasil, mais precisamente em Curitiba, a cerca de 6 anos, mas já tem participado de diversos projetos e interferido no cenário de skate da cidade. Seus trabalhos de vídeo sobre os “capivaras”, sua arte psicodélica, zine e seu model de shape já estão entre os trabalhos que considero muito bons entre as tantas ramificações culturais observadas no meio do skate nos últimos anos. Por conta do conjunto todo de produções, convidei Giulio à inserir seu deck na Galeria Cara-da-Tábua e mandei algumas perguntas para sanar algumas curiosidades. Fique aqui com uma entrevista realizada no início de 2021.

Entrevista com Giulio Sertori (@giugliodelia)

Jorle: Quem é você e como veio parar aqui, no Brasil?
Giulio: Salve, meu nome é Giulio Sertori, sou de Bergamo (Itália), e foi parar aqui, por visitar meu amigo Cristiano e ver como estava a situação da recente nascida Yeah Skateboards aqui no Brasil junto ao meu amigo Lorenzo Lupi (criador da Yeah Skateboards).
Em teoria era para Lorenzo ficar aqui no Brasil mas ele resolveu voltar para Itália e eu peguei o lugar dele, também porque conheci Amanda que sucessivamente virou minha esposa então depois de algumas idas e voltas, casei e fiquei aqui, se era só para o skateboarding ia ficar também na Italia, ainda bem que conheci Amanda ehehe.
Jorle: Você é artista, video maker e tem ligação com a marca Yeah Skateboards. Conte um pouco sobre estes seus trabalhos.
Giulio: Vamos esclarecer que eu não tenho nenhuma marca, a Yeah Skateboards na Itália é do Lorenzo e aqui dos irmãos Cristiano e Celmar, eu sempre fiz de trâmite dos dois continentes, faço parte de todas as decisões (team, produção)  mas principalmente sou o videomaker da marca e nesse momento que Cristiano está fora do país estou na linha de frente, mas a marca (como várias pessoas acham) não é minha.

Yeah Skateboards no Instagram

Aqui em Curitiba a minha vida partiu do zero então quis  focar nas artes plásticas, eu estudei “decoração” na Itália mas nunca exercitei a minha profissão então decidi de me “soltar” seguir o meu instinto e os meus sonhos artísticos, coisa que na Itália não fazia, pensava só em trabalhar, andar de skate e muitas vezes a minha visão era afetada da opinião dos outros.
A minha forma de me expressar era trâmite o skate, com videos e fotos rigorosamente analogicas (as fotos não eram só de skate) fazia por mim e para minha crew de amigos “Bergamo Fescion”, as fotos colocava no meu flickr (rip) e os vídeos mandava para os poucos mídias italianos, esses vídeos me trouxeram alguns trabalhos no mundo do skate italiano.
Agora aqui em Curitiba deixei a minha “veia artística” sem limites, na Itália a aparência conta muito e isso sempre me incomodou, também aqui importa, mas simplesmente foco em mim e não em que os outros podem pensam de mim, tento não deixar isso me afetar e talvez por isso, que aqui foi acolhido diferentemente, me sinto em casa e a vontade de expressar.Mas

 sempre chega aquele comentário chato “que drogas se usa?”, “que ácido se toma para desenhar assim?”, isso me decepciona bastante porque parece que uma pessoa não pode se expressar em modo psicodélico e colorido sem tomar drogas….minha cabeça é assim, não preciso de drogas para fazer algo de alternativo, parece que as pessoas perderam o contato com eles mesmos e não conseguem acessar a criatividade, no final as vezes só aplico cores complementares e a magia está feita, são umas “regras” de cores da arte.

Jorle: Recentemente você gravou com os skatistas da Yeah uma “vídeo parte” para o Eixo Mole Skate Zine, onde percebe-
se um estilo muito legal que mistura manobras antigas em meio às coisas novas. De onde vem esse formato de andar de skate?

Skate tem regra?

Giulio: Esse estilo veio do skateboarding sem datas e sem compromisso, hoje em dia a galera “moderna” anda como no vídeo “hokus pokus” e nem sabe, as vezes o que é novidade é somente uma releitura do que já foi feito no passado ou simplesmente parece novidade porque não conhece o passado.
Se fala que skate não tem regras, mas acho que é tudo um grande paradoxo, dependendo da época que se iniciou andar de skate, tem regras não escritas diferentes, e isso dá para ver nos diferentes roles das diferentes gerações, mas no final vai por conta dos próprios gostos, o que importa é se divertir e ser espontâneos, talvez seja isso o segreto da Yeah Skateboards, ser espontâneos.
O skateboarding é feito para quebrar as regras, mas isso não justifica algumas ações de vários skatistas, não é porque se dá um rolê da hora que se pode colocar acima de tudo mundo.

Shape inserido na Galeria Virtual Cara-da-Tábua, Jorle. Clique para visitar a Galeria.

Jorle: Te convidei a inserir seu modelo de shape na galeria Cara da Tábua, integrando um grupo de gente que teve sua arte, suas ideias ou apenas seu nome gravado na tábua e na história do skate de Curitiba. Conte um pouco sobre este seu “model”, e o material que acompanha o shape.

Giulio: Eu não considero esse o “meu modelo”, sim me representa, mas fiz por minha vontade, ninguém mandou fazer esse modelo além de eu eheheh.

Queria trazer meu blog de videos  “Filmerd” no papel, então pensei um modo legal de trazer a zine ao físico e como lançar a mesma.
Nunca sonhei de ter meu promodel, também porque isso significa ser professionista, mas sempre sonhei de ter uma gráfica feita por mim no meu shape e ver meus amigos andar com ele, no passado já realizei as minhas gráficas mas era sempre e só para mim.
A motivação de fazer a zine é porque cansei desse mundo instantâneo, obrigado ter feedback de volta, a galera de hoje vive demais o instantâneo e isso não dá valor a história do skateboarding, é tudo tão esquecível e fútil que se não sabe mais o que você fez, com um dígito se apaga ou muda algo que não era para ser mudado, as opiniões não são mais sinceras, muitos agem por conta da opinião dos outros, é bom ver os próprios erros porque é assim que se cresce, errando se aprende.
Se um dia não tiver mais energia para ligar os aparelhos eletrônicos tudo será esquecido, não vai ter aquele aplicativo que te lembrará o que se fez o ano passado….triste verdade do mundo moderno…escravitude digital.
Enfim foi a realização de vários sonhos, agora vou tentar fazer mais números da zine, com mais conteúdos, envolvendo mais pessoas, a capa já está pronta ehehhe.

Jorle: Manda aquele ‘salve’ e mensagem final.

Insta @giugliodelia

Giulio: Agradeço minha família, quem me suporta e quem me obstacula, tudo faz parte do processo então é bom agradecer, das dificuldades vem as melhores ideias.
Queria passar essa mensagem de acreditar em você mesmo, hoje em dia como nunca, tudo está ao nosso alcance, só focar e ser determinados.
Skatea forte contra a parede e que o Fescion esteja com vocês!

Jorle: Obrigado Giulio pelo tempo para responder às perguntas. Grande Abraço!

 

Apreciem a coleção digital Cara-da-Tábua e leia sobre outras contribuições clicando no link abaixo.

Caso queira contribuir, entre em contato!

Abraço.

Ricardo GosWod


Cara-da-Tábua

Exposição Virtual Cara-da-Tábua, de Decks de skatistas de Curitiba.

Projeto organizado pela Jorle que traz a reunião de diversas imagens de “models” do pessoal de Curitiba. O que chamamos de “models” no ambiente do skate é o conjunto de forma, ou corte, do “shape” junto com a arte estampada na face inferior. Por tradição no “esporte” os skatistas, quando fazem parte de alguma equipe, ou representam alguma empresa do ramo do skate, tem seus próprios “models”, ou seja, definem exatamente como querem o recorte da madeira, e fazem, ou convidam algum artista para fazer, o projeto gráfico estampado. Esta é uma importante característica que revela uma vasta cultura, expressão e modo de viver por trás da atividade física ou competitiva. Muitas vezes a arte estampada no “shape” representa um ponto de vista político ou cultural, ou mesmo quando aparentemente não há significado concreto, reflete preferências estéticas do skatista. De qualquer forma, é uma maneira de skatistas profissionais e amadores se comunicarem com sua comunidade e com o mundo externo, para o qual o skate e sua cultura seguem como algo curioso, às vezes obscuro, marginal, talvez incompreensível.


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Conheça MyTrix: Guia de locais para se andar de Skate.
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Eixo Mole Skate Zine #2 Estreia nesta quinta, 26 de novembro

Eixo Mole Skate Zine #2

Estreia nesta quinta-feira, 26/11, 20h

No Canal Eixo Mole – Youtube

 

 

Eixo.Mole é um Skate-Zine montado com arquivos de rolês e conversas das redes sociais da crew CWB-SKT-Warriors.
Nesta segunda edição você vai ver:
– Momentos Legendários com o Fotógrafo Wester Fernando – @wester.fernando
– Role Tiozão com a crew cwb-skt-warriors, produtores do Zine e donos da bola
– Momento olímpico com Mestre Miko
– Skate Hoje rolê pesado com a “Yeah Skateboards” – @yeahskateboards
– na seção Cultura – Arte & Ruído, Peterson Caetano troca uma idéia com Julio Kondo aka Selector Sik – @selectorsik – sobre música, skate e referências. E ainda alguns momentos do trabalho do DJ e Produtor LG ROC – @lgroc – durante sua estadia no Japão. Finalizando, um pouco de arte com olho wodzynski – @olhoarts.

 

 

 

Pega as novidades seguindo: #cwbsktwarriors #eixomole

Estreia Eixo Mole Skate Zine – Produção Cwb Skt Warriors – Sexta dia 28-08 20:30h

Nesta Sexta-feira, dia 28 de agosto, 20:30h, estreia a primeira edição do Skate Zine Eixo Mole.

Uma produção da crew CwbSktWarriors, trabalho e projeto em que participo junto à diversos outros amigos e que não promete nada, a não ser, ver o fruto de meses de conversas em redes sociais formatados em um video-fanzine.

Rolês dos tiozões da crew, memórias, os jovens da Cozmic Nomadaz mostrando o skate hoje, um pouco de arte de skatista e ainda os Classificados com algumas iniciativas nossas e de amigos.

Entra no Canal do Youtube e já se inscreve! E não perde a estréia!

 

Pega as novidades seguindo #cwbsktwarriors e #eixomole, ou pela página do Projeto aqui em Jorle!

 

Ricardo GosWod.

 

 

 

#skate #skateboarding #curitiba #funzine #skatezine #tiozão #rolê #skatehoje #arte #barulho #classificados #curitibaskatewarriors #cwbsktwarriors #crew #sktcrew #eixomole

Cara-da-Tábua: shape do José Selski, andar no gás, Sabonete Zine e Ajax

Mais reservado hoje em dia e difícil de ser achado, agora morador de Pontal do Paraná, local escolhido para viver com sua família, demorou um pouco até que o José Selski soltasse estas fotos de seu model que saiu pela Drop Dead em 1990/1991. O “Zé” nos contou que este shape está em Floripa (SC), na parede do escritório do Eduardo (DD), que diz ser este o primeiro shape da Drop Dead. José tem grande importância para o desenvolvimento do skate da rua (modalidade ‘Street’) em Curitiba, por seus anos como skatista, além do apoio dado à diversos caras de uma nova geração já nos anos 90, através de sua marca Ajax, incluindo o apoio que eu mesmo recebi.

1991/1992, Sktr: José Selski “Zé”.

José foi o tipo de skatista que marcava presença, como nos relatos do Antônio Kantek: “Eu lembro de você andando na rua lisa do Jardim das Américas. Lembra desse pico? Eu lembro que você dava shove it, shove it e flip no gasão, era muito massa”. “Eu nunca vi ele andando parando, sempre no gás”. “O Zé, junto com esses caras aí da rua lisa, Juninho, Bilu, Caolho, Fukuda e Chileno, foram os primeiros streeteiros de Curitiba de verdade”.

Quem também resgatou coisas da memória foi o Roger Robert: “Não lembro muitos detalhes dessa época, mas lembro que o Zé era o maior nome do street paranaense, no final dos anos 80, início dos 90, época que a modalidade ainda buscava seu espaço, independência e reconhecimento. Que era respeitado pelos melhores skaters do país, e reconhecido como um talento ao nível dos ídolos mundiais da época. Não por outro motivo era comparado a Natas Kaupas, um dos maiores skatistas dos anos 80. Sempre preocupado em trabalhar pelo crescimento do esporte, ajudou na evolução das marcas locais e incentivando os novos atletas que surgiam. Essa filosofia buscamos incorporar à Ajax, criada para disponibilizar produtos e apoio a quem realmente andava de skate, nos moldes de como já faziam as marcas americanas. De um modo geral tinha uma visão underground do skate, priorizando o esporte como diversão, em favor de quem realmente praticava o esporte, diferente da visão que ia se afirmando em favor de campeonatos, mídia e que buscava atingir cada vez mais públicos de praticantes eventuais ou de simpatizantes. Em palavras de hoje, foi um legitimo skatista raiz, que em muito influenciou a sua e as próximas gerações, contribuindo muito para a grande evolução que vimos ao longo dos anos 90”. “Do Zé andando o que lembro mais era das sessions no Castelo, sempre andando no gás, acertando as manobras em linha (flips, kick flips) na base e principalmente se divertindo”.

Além destes relatos, eu mesmo posso contar algo sobre o que vivi, que, além de leitor fervoroso e colaborador do Zine de Skate “Sabonete”, feito pelo José, ainda fiz parte dos anos da Ajax. Esta marca, modesta mas importante, era chefiada por José e pelo Roger Robert, que juntos montaram uma das equipes mais expressivas daqueles anos, entre 93 e 97, mais ou menos. Naquele tempo se discutia muito sobre o valor de quem sabia andar de skate nas ruas e pistas no dia a dia com consistência, em contraposição aos que sabiam ganhar campeonatos, e o José e o Roger sabiam reconhecer a galera da rua. E se hoje isso soa polêmico, em tempos em que os campeonatos valorizam bastante quem sabe mesmo andar de skate, imagine duas décadas atrás. De fato a equipe da Ajax era formada pelo pessoal que estava sempre nos picos e para quem os campeonatos eram mais uma grande festa para encontrar os amigos do que uma competição. Tanto era, que quando fui convidado pelo José para fazer parte da equipe, foi algo de tanto orgulho e emoção, que nem parecia séria a proposta. Mas era, e com isso veio o circuito de skate com toda a carga: as pessoas, os eventos, as influências, o glamour, o ‘estrelismo’, as revelações, as decepções, as viagens e o contato com o ‘circo’ do brasil todo. Neste ponto veio a grande importância do José em minha caminhada: após me colocar na equipe, me ensinou a como me manter ‘o mesmo’, a escolher por onde caminhar, a pensar com a própria cabeça e a valorizar quem de fato me desse apoio. Aprendi tudo isso mais ou menos, mas as lições foram tantas e tão especiais que as carrego por toda a vida.

Fanzine Sabonete (Projeto Fanzines da Casa da Ponte)

 

Com tudo isso dito, inserir mais este model de deck na Coleção “Cara-da-Tábua” é uma alegria e uma honra. Assim, junta-se à coleção não só mais um shape, mas um importante pedaço da história do skate de Curitiba.

Visite a Exposição Virtual e leia todos os artigos sobre cada colaboração. Se tem um shape de skatista da cidade ou que fez parte desta história e quiser colaborar, tire uma foto e manda pra gente!

Obrigado!

 

Ricardo GosWod.

 

 

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Conheça MyTrix: Guia de locais para se andar de Skate e muito mais.

Seleções Fanzines da Casa da Ponte: Entrevistas com Fugazi, CRASS, Lag Wagon, Bad Religion, White Christian Disaster, Mukeka di Rato, Anões de Jardim, Ornitorrincos, Câmbio Negro

Uma das coisas que sempre gostei nos fanzines é a falta de compromisso com certas regras de relacionamento entre artistas e fãns. Isso se deve tanto por parte de quem publica estas revistas independentes quanto por parte de muitos músicos e bandas, que interagem entre si de forma muito próxima, como nestas entrevistas encontradas na coleção de Fanzines da Casa da Ponte.

Entre os que se envolvem com fanzines, principalmente com temas ligados à música, rock, harcore/punk, é comum observar um “anti-heroísmo” e o clássico espírito “faça você mesmo”. Isso se traduz, por um lado, em bandas e músicos que literalmente se misturam à quem os assiste, e por outro, em um público que interage em shows e aprecia os materiais e gravações das bandas em um nível muito próprio. Me lembrei de uma frase em um encarte de disco do Operation Ivy (provavelmente de 1989), que sempre me chamou atenção, que de modo geral dizia que ‘aquele momento de energia em um show, que conduz uma subcultura, é mais importante que uma banda ou outra em particular’. Isso se reflete nos fanzines na forma como se dá o contato com bandas em entrevistas. Editores interagem diretamente com os integrantes, que na mesma sintonia, se põe à disposição com muita facilidade. Você pode até pensar que apenas bandas “pequenas” se dedicam a ter este tipo de contato próximo com o público mas, me arrisco a dizer, que certas bandas nunca se tornaram “grandes” justamente por se comportarem de forma diferente, não por falta de oportunidade entre o pessoal “super estrela”, mas como parte de um modo de agir com o objetivo de não perder contato com a vida real. E sem prejuízos sérios à uma carreira como músicos. Mas como disse, é apenas minha especulação particular.

Enfim, seguem algumas indicações de entrevistas encontradas nos fanzines já digitalizados da coleção da Casa da Ponte.

 

Um abraço!

 

Silly Me #2    –    Klaus, do White Cristian Disaster

Needle #2 Ano1    –    Fugazi, entre outras.

Podre Queijo #2    –    Mukeka di Rato.

Needle #4 Ano 3    –    Lag Wagon e outras bandas.

Needle #3 Ano 2    –    BrianBaker (Bad Religion, desde 1994)

The Crew HC Zine    –    Anões de Jardim

Aktivaj 02    –    Gee Vaucher da banda CRASS

Desvio de Aluguel    –    Ornitorrincos

Aaah!!#4    –    Câmbio Negro, entre outras.

 

Ricardo GosWod

 

#Fanzines #casadaponte #Entrevistas #Fugazi #CRASS #LagWagon #BadReligion #WhiteChristianDisaster #MukekadiRato #AnoesdeJardim #Ornitorrincos #CambioNegro

Coluna STT: Última do Romance Paranoia | Pôster de Fanzine de 10 anos de novo na rua | Blog Pretexto com conversa sobre a animação Tango

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Opa! Blz? Separei um bom texto do Rodrigo; tem ainda a surpresa inusitada que encontrei colada em um ponto de ônibus; e o último quadrinho da série Romance Paranoia. Não é nada tão interessante quanto a situação política do país, mas de certa forma tudo isso tá na mesma mesa de jogo. Vê aí!

 

Blog Pretexto com conversa sobre a animação TANGO

Gostaria de dar uma dica de leitura: o texto “Arte e sacrifício” do Rodrigo Ponce (Blog Pretexto) que ‘conversa’ sobre a animação “stop-motion” internacionalmente premiada TANGO, de Francisco Gusso e Pedro Giongo, com aquarelas feitas por Mario Alencar (sujeito que já mencionei aqui dando entrevista ao 5INCO): Sacrifício, espetáculo, barganha, Kafka, filosofia, valor e Deus. No Blog dá pra ler o texto do Rodrigo e assistir ao Trailer #1 (2016).

Visitar o Blog do Rodrigo

blog-pretexto-rodrigoponce-filosofo-animacao-stopmotion-tango-FranciscoGusso-PedroGiongo-aquarelasMarioAlencar

O filme continua sua jornada pelos festivais internacionais e ainda não tem data para exibição em Curitiba.

 

Pôster de um fanzine de mais de 10 anos colado em ponto de ônibus!

Um dia desses estava caminhando e avistei, colado em um ponto de ônibus, um pôster que acompanhou um fanzine (o que é fanzine?) distribuído em Curitiba há mais de 10 anos. Eu, como apreciador de produções independentes, não pude deixar de ficar entusiasmado! – Não é que mais alguém por aí também dá ouvidos à essa gente? Graças à tecnologia e capital acumulados em minha mão na forma de telefone com câmera fotográfica acoplada, pude registrar este episódio. Este pôster foi feito, provavelmente, por conta da copa do mundo de football de 2006, na Alemanha. Bastante provocativa, tratava de até que ponto vai a torcida pela pátria. Imagino que a motivação para este cartaz voltar pra rua possa ter sido as manifestações do pessoal verde-amarelo ocorridas há alguns meses (quando a foto foi feita).

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Último episódio de Romance Paranoia

Fechando a série de quadrinho, desenhada na observação fantástica dos bichos que já habitaram minha casa, fique com o último episódio de Romance Paranoia.

quadrinho_romance_paranoia_04_adestramento_capitalismo_propaganda

 

Outros #s:

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Ricardo GosWod

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Fanzines da Casa da Ponte: Novas digitalizações – Leia on-line

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Olá! Enfim, um movimento no projeto de digitalização dos fanzines da Casa do Ponte! Mais algumas raridades entrando pro acervo!

Quer ver os mais de 100 fanzines já disponíveis? Vá para a página do projeto clicando aqui.

 

Lote 5

Leia on-line!

Entrevistas e matérias com bandas e autores de fanzines: We Say Not, Fanzine Água, Carbona, Dave Mello, Cash for Chaos, Buenas Películas, Appleseed Cast, Misfits, Singletree, Soap Blisters, Lag Wagon.
Zine Punk, textos anarquistas, resenhas de demos bandas hardcore punk.
Relatos de casos de prisões políticas; crítica ao PT; Ações contra símbolos capitalistas; Notícias de conflitos entre punks e skinheads.
Textos e pensamentos cotidianos e existenciais. Vida de estudante.
Entrevistas e matérias com bandas e autores de fanzines: DreadFull Bambix SonicSexPanic DicourageYouth BrianBaker AgnosticFront Againe Dominatrix Piebald RhythmCollision ZinePinhead (arg) Konfettura Burning Defeat Resenhas de discos.
Conto, Poemas e Desenhos de Airton Pires, com temas relacionados aos animais e seus direitos, e carta ao prefeito de Curitiba com críticas ao tratamento de cães no canil municipal.
Textos e reflexões com raízes filosóficas a respeito de relações de poder na sociedade.
Conto que trata de ansiedade, existência; com linguagem de repetição de ilustrações.
Entrevista com Os Catalépticos sobre shows na Inglaterra, Colunas sobre censura, música, cena rock underground, Resenhas Bandas, Álbuns importantes de 1997, texto sobre projeto Tibetan Freedom Concert
Informativo anarquista editado pelo FAL – Frente de Ação Libertária; com textos sobre Trangênicos e texto de Michael Bakunin sobre crítica ao estado Marxista.

fanzines_casadaponteEste projeto trata da organização e digitalização da Coleção de Fanzines, ou revistas independentes, reunidas, coletadas e colecionadas pelas pessoas envolvidas com a já extinta Casa da Ponte, em Curitiba. Pouco a pouco está se catalogando e digitalizando cada uma das prováveis mais de duzentas publicações herdadas de todas as pessoas envolvidas com a “Casa”.
Visite a página do projeto.
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