Shapes Eixo Mole / Crew no Old Is Gold

Três modelos de shapes – Associado, entre em contato para sua retirada

Chegaram os shapes Eixo Mole! Foram feitas 60 unidades para uso da crew, com artes feitas por Rafael Chuck e Luis Postal, artistas/skatistas que ilustraram os videos do Eixo Mole Skate Zine edições #4 e #5.

Os artistas convidados para ilustrar o Eixo Mole Skate Zine têm suas vidas marcadas por skate e por arte, essa combinação que sempre rendeu bons frutos. Chuck e Postal produziram estes trabalhos exclusivamente para edições do fanzine, cada um com seu repertório de técnicas e estética, ilustrando tanto a “capa” de abertura do vídeo quanto as chamadas das sessões já corriqueiras como “Skate Hoje”, “Rolê Tiozão”, “Cultura, Arte & Ruído” e outras. Para estender esta participação tão importante e marcante, foram adaptados os trabalhos às estampas das madeiras, shapes, de skate e sua produção e estampagem, destinadas à “crew” Eixo Mole e alguns amigos, para o uso nos próximos rolês.

Além dos trabalhos dos artistas, foi ainda produzida uma estampa com recortes de fotos com diversos momentos dos “associados” Eixo Mole e dos amigos que entraram nesta encomenda. Já são quase 3 anos desde que iniciamos, ou demos nome, à este corre de andar de skate, gravar manobras, fazer entrevistas e celebrar artistas e skatistas em “modo coletivo”.

Encomenda e Fabricação – Sindicato

Com a demanda constante por shapes, foi organizada uma encomenda coletiva, a fim de, além de homenagear os artistas, termos um shape de qualidade para uso nos rolês de skate. Com diversas pessoas envolvidas no projeto, foram pesquisados fornecedores e negociados bons preços e materiais, assim como, definidas as especificações técnicas que atendessem à “esse bando de velho chato” que procura por materiais sempre de qualidade. Com volumes maiores de compras, sempre é possível uma melhor negociação.

Enfim, foram produzidas tábuas em madeira “maple”, em larguras que variaram de 8.0 à 8.5 polegadas e formas com 3 tipos diferentes de “concaves”, além das estampas em 3 modelos. Deu trabalho, mas o material está disponível aos associados para a retirada e uso.

Old Is Gold – envento para veteramos

Foram 60 unidades que já estão por aí, inclusive, utilizados durante a participação da Crew no Evento “Old is Gold“, campeonato para skatistas veteramos que acontece anualmente em Curitiba, na Curitiba Skate Park. Vale citar que a crew Eixo Mole esteve presente de diversas formas no evento, tanto com skatistas competindo, o que resultou novamente em um dos nossos entre os finalistas, quanto com pessoal trabalhando na arbitragem e até DJ oficial do evento.

Resumindo, estes últimos dias foram muito intensos e divertidos com toda a organização da aquisição dos shapes e ainda a participação neste evento que já é um dos principais do calendário nacional.

As poucas unidades de shapes extras foram postas a venda e já estão voando, mas vale a pena conferir na Loja Jorle se ainda há algum disponível. E fique de olho em novos produtos da Crew, pois é uma ótima forma de qualquer um colaborar com a produção do fanzine de skate. Aliás, já está em produção um novo número, que assim que finalizado, estará publicado em nosso canal no YouTube. Fica esperto! Se inscreve, segue, marca tudo lá pra receber notificações.

Valeu, abraço!

Ricardo GosWod

Coluna @eixomole na nova edição da revista @skatesession: Campeonatos!?!? Pega as Dicas.

Online para leitura!!

Coluna do Eixo Mole na revista Skate Session!

Uma das mídias de skate mais tradicionais de Curitiba, feita pelo Ronaldo Miranda e agora com o formato impresso e on-line, abre espaço para as opiniões dos velhos skatistas que produzem o Eixo Mole Skate Zine.

Nesta edição o tema foi Campeonatos, abordando as competições do ponto de vista de alguns dos skatistas menos “campeonateiros” da cidade! Viver a experiência das competições não precisa ser decepcionante nem tóxica.

Dicas sobre profissionais de saúde mental no esporte e também os macetes para se dar bem em competições, com Olho (Eixo Mole), Pet (Eixo Mole) e Diego Costa! Texto de Ricardo “Fuça” (Eixo Mole) e Rafael “Urso” (Eixo Mole). Fotografia de Rodrigo Kbça Lima do skatistas Diogo Pinheiro (Eixo Mole).

Leia on-line no link https://fliphtml5.com/zwfba/zroy/ – Página 28! E deguste a revista toda, que está recheada de boas informações, histórias e imagens sobre skateboard!

Links:

Assista ao Eixo Mole >> Eixo Mole Skate Zine

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Sonz #5 – Trilha Sonora do Eixo Mole Skate Zine Número Cinco – Rap Punk Hardcore Samba Lounge

Curb Creeps . Semate . O Messias Por Ele Mesmo . O Lendário Chucrobillyman . Imperador Sem Teto . Contra Fluxo . EDG . LGRoc.

“Sonz” é a seleção usada como trilha sonora do Eixo Mole Skate Zine, com músicas do pessoal do @eixomole, de amigos e gente próxima envolvida em algum grau com skate ou com nossa ideias ao longo da produção do video de skate. Skate sem música é só olimpíada. Tratamos aqui da cultura por inteiro. Assista aos videos do Eixo Mole, no canal de YouTube e acompanhe as novidades no Instagram @eixomole.

Ouça no Youtube:

Ouça no Sound Cloud:

:::: SONZ
CurbCreeps – CurbCreeps, 2022. 00:07
SEMATE – DROGAS, ROCK E DEPRESSÃO, 2020. 01:08
O Messias Por Ele Mesmo – O Messias Por Ele Mesmo 03:15
Macumba For You – O Lendário Chucrobillyman, 2016. 04:43
Brazil – Imperador Sem Teto, 2019. 07:25
Prosa – Imperador Sem Teto 10:00
Verdes Montes – Contra Fluxo. 14:39
Liberdade – EDG Part (Mackiu) Prod (Prodigo & Estudio Sonoro), 2020. @rafbcn12 19:51
Raval 08001 – EDG Part (Zumbi Man & Piel Roja & Dj Ploc) Prod (Estudio Sonoro), 2020. @rafbcn12 22:46
Até Hoje Eu Não Entendo – EDG. (DJ MIC) Prod Heitor Neto Estudio Sonoro, 2020. @rafbcn12 26:44
Lounge 01 – LGRoc, 2022. 29:41
Batida Eixomole – LGRoc, 2022. 31:25

#EixoMole #SkateZine #NumeroCinco #NadaBar #Skate #Skate40anos #CrecheCrew #SomandoSkate #ArteSkate #velhos #jovens #PicodaCreche #SJP #crechefamilysb #FabioBatata #MultiplicaSkate #roleSkate #RafaelChuck #filmagens #aliasalissontattoo #trilhasonora #somskate #musicaskate #EDG #Barcelona #LGRoc #Curitiba #ContraFluxo #SEMATE #CurbCreeps #SANTACRUZ #Omessiasporelemesmo #ImperadorSemTeto #OLendarioChucrobillyman #chucrobillyman #ProfessorMiko #CWBSKTWARRIORS #EIXOMOLE #EIXOMOLE #SONZ #RoleTiozao #CULTURAARTE&RUIDO

@crechefamilysb @multiplicaskate @aliasalissontattoo @rafbcn12 @LGROC @jeisondejavu @munhoz77 @rodrigo_ogi @semate_band @curb_creeps @schwabrafael @imperadorsemteto @chucrobillyman @bardonada @cristiansk8chileno @carolinoskate @brunofelipe_nata @_manjo @maikportes @r_portellaa @inanimateprod @eversonm.cardoso @mariana_rumpfs @amandinstaa @lucas.chavo @thiagoautran @valeriawodzynski @eixomole @felipe__bico_ @petersoncaetano @olho_arts @jorle.cwb @mytrix.skt @antoniokantek @mestremiko @flying.gorilla @julianocarlos @cicero_kato @alexandrelusantos @dxstar_cristiansapo @lemorceh @julianpolydoro @muzg144 @romergoya @joseselski @karpstein78 @postalternate @andretoppel @guglielmothai @diogoviniciuspinheiro @lgroc @clesiusaf @urso.skatista

Eixo Mole Skate Zine “Número Cinco” Estreia dia 20.12.2022

Teasers – Divulgue a estreia!

Acesse o Instagram do Eixo Mole e comparilhe os videos do Reels!! Divulgue com a gente! Cola junto!

Estreia dia 20.12.2022

Exibição no Nada Bar @bardonada dia 20, às 20h!

Skate +40 :: Creche Crew :: Somando :: Arte

Um ano desde a última edição, mas estamos aqui novamente.
| Skate dos velhos @eixomole |
| Skate dos jovens – Pico da Creche (SJP – @crechefamilysb) |
| Quem tá somando no rolê – Fábio Batata e a Multiplica Skate (Colombo – @multiplicaskate) |
| Arte e rolê do Rafael “Chuck” (PG – @schwabrafael), com filmagens de @aliasalissontattoo |
| A boa e velha trilha sonora selecionada entre o cenário do skate e de nossas amizades: Rafael Petersen (EDG, Barcelona – @rafbcn12), Leandro Eixo Mole (LGRoc Curitiba – @LGROC), Contra Fluxo (SP – @jeisondejavu @munhoz77 @rodrigo_ogi), os sonz selvagens do SEMATE (CWB – @semate_band), Curb Creeps (SANTA CRUZ, CA – @curb_creeps) e O messias por ele mesmo (Rafael Chuck – PG – @schwabrafael), e ainda Imperador Sem Teto (CWB – @imperadorsemteto) e O Lendário Chucrobillyman (CWB – @chucrobillyman).

Obrigado aos parceiros do Nada Bar pela exibição de estreia! @bardonada

Outras participações: Alunos do Prof. Miko: @cristiansk8chileno, @carolinoskate, @brunofelipe_nata, @_manjo, @maikportes, @r_portellaa, @inanimateprod, @eversonm.cardoso; Partes com @mariana_rumpfs e @amandinstaa; Cenas resgatadas dos anos 90: @lucas.chavo @thiagoautran @valeriawodzynski;

:: EIXO.MOLE É UM SKATE-ZINE MONTADO COM ARQUIVOS DE ROLÊS
E CONVERSAS DAS REDES SOCIAIS DA CREW CWB-SKT-WARRIORS
Conheça o pessoal em: @eixomole / https://linktr.ee/eixomole

Pega as novidades seguindo:
Insta: @eixomole

Página aqui em Jorle

#CWBSKTWARRIORS

#EIXOMOLE


:::: SONZ
:: abertura
Beats: LGRoc – BACK TO THE ROOTS @LGROC
Rock: Johan Wodzynski – Intro Eixo Mole @johan.wodzynski
Poeira (Original mix) – MUZG, 2021

:: Skate Hoje – Creche Family (Sâo josé dos Pinhais/PR)
Liberdade – EDG Part (Mackiu) Prod (Prodigo & Estudio Sonoro), 2020. @rafbcn12
Ate´ Hoje Eu Na~o Entendo – EDG. (DJ MIC) Prod Heitor Neto Estudio Sonoro, 2020. @rafbcn12
Raval 08001 – EDG Part (Zumbi Man & Piel Roja & Dj Ploc) Prod (Estudio Sonoro), 2020. @rafbcn12

:: Memórias – Fitas Velhas
Batida Eixomole – LGRoc, 2022.
Lounge 01 – LGRoc, 2022.

:: Somando no role – Multiplica Skate
Verdes Montes – Contra Fluxo.

:: Role Tiozão – você consegue
SEMATE – DROGAS, ROCK E DEPRESSÃO, 2020.
Beast – LGRoc
Verdes Montes – Contra Fluxo.
CurbCreeps – CurbCreeps, 2022.
Brazil – Imperador Sem Teto, 2019.
Macumba For You – O Lendário Chucrobillyman, 2016.
Prosa – Imperador Sem Teto

::CULTURA ARTE & RUÍDO
O messias por ele mesmo


PRODUÇÃO

CWB-SKT-WARRIORS
ALLYSSON MIKO · ANDRÉ TOPPEL · ANTÔNIO KANTEK · ALEXANDRE XANDELLI · CESAR NODA · CÍCERO KATO · CLEZIUS MARCUS · CRISTIAN SAPO · DIOGO VINÍCIUS · FELIPE BICO · JOSÉ SELSKI · GUILHERME SIMPSON · JEFFERSON MORCEGO · JULIAN POLYDORO · JULIANO CARLOS · LEANDRO LGROC · LUIZ POSTAL · ORLANDO MUZCA · OLHO WODZYNSKI · PAULO HENRIQUE “SOLE” · PETERSON CAETANO · RAPHAEL BRACIAK · RICARDO GOSWOD · ROMER GOYA

EIXO.MOLE.SKATE.ZINE@GMAIL.COM

MyTrix – Site guia de picos de skate com visualizador 3D Street View!

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Mais uma para a série de “capas” com as principais ferramentas de MyTrix. Entenda como funciona o site, que também roda nos celulares! Cadastre-se rapidão com seu e-mail e comece a marcar picos que você conhece, encontrar lugares, curtir, comentar e compartilhar!

Na foto: Lucas Ferreira @ferris041
Pico: Praça Zacarias – CWB
Fotógrafo: Gabriel Franco @peralta_jpg

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Lançamento de “Monolito”, novo filme de skate da Filmerd – com participação dos Eixos Moles

Com imenso prazer skatistas Eixo Mole participam deste trabalho primitivo e complexo que é o Monolito, projeto construído por Giulio Sertori, que já frequentou aqui o site Jorle com seu shape e fanzine.

Além dos Eixos Moles Olho Wodzynski, Peterson Caetano e Rafael Urso, participam toda a parte selvagem dos skatistas de Curitiba.

Nada melhor que a própria descrição do trabalho, disponível junto ao video no Youtube, reproduzida à seguir.

MONOLITO é Primitivo e Original: alguns dizem que ele veio do céu, direto do interior do Deus cabeludo; outros dizem que veio do mundo subterrâneo, vomitado pelo Deus absconditus. Independente disso, o fato é que ele teve uma aparição imediata em formato de tumba, de modo que os skatistas arqueólogos o esculpiram até que ele obtivesse o atual formato monolítico, pronto para andar de skate.

Ancestral dos modernos “curbs” veio satisfazer as necessidades primitivas dos skatistas que valorizam o skateboard em sua forma criativa, crua e original. A prática de adoração do Monolito parte não de uma atividade estática ou estética, mas em um ritual de ação dinâmico de atropelamento ou o conhecido “slappy” que possibilita a realização de uma dança ditirâmbica ou dionisíaca – a embriaguez é um aspecto que movimenta o ritual!

Ocorre que, além do ritual externo que é perceptível aos sentidos, há uma dança interna que movimenta o aspecto psíquico do dançarino: uma verdadeira transmutação alquímica no ato de criar movimentos externos e internos. É que o slappy no Monolito abre as portas para novas percepções internas, e estas possibilitam criar movimentos externos originais.

Em última instância, se o Monolito promove a metamorfose do slappy-eiro, há uma transformação que ocorre no grupo; o slappy de um dançarino gera uma reação afetiva em outro dançarino, movimentando-o para um novo slappy e, consequentemente, uma nova reação emocional em outro dançarino, em uma infinita retroalimentação: compõe- se a dança primitiva em um verdadeiro ritual circular com emoções bombásticas – o MONOLITO é um verdadeiro transformador individual e coletivo. E por isso mesmo, encontra-se hoje disponível na Praça 29 de março de Curitiba para qualquer um que queira compartilhar alegria, amizade e por último, mas não menos importante, dançar ao som do concreto gritando!

MONOLITO PRIMITIVO, ORIGINAL Um video filmerd idealizado por: Giulio Sertori, Felipe Barbugiani, Mario Kreb e Olavo Andreucci.

Filmado e editado por Giulio Sertori. Filmagens Adicionais: Mario Kreb, Matheus Luz, Olavo Andreucci, Bruno Pestes, Guilherme Trakinas e Felipe Barbugiani.

SKATERS EM ORDEM DE APARÊNCIA: Felipe Barbugiani, Matheus Luz, Renato Souza, Mario Kreb, Giulio Sertori, Luiz Gaida, Cristiano Caetano Augusto, Imad Hamdar, Olavo Andreucci, Alexandre Mais, Percy Jr., Augusto Akio, Pedro Henrique, Hendrik Santos, Carlos De Andrade, Murilo Marques, Luiz Gustavo, Peterson Caetano, Raphael Urso, Olho Wodzynski, Bruno Prestes, Guilherme Trakinas, Leo Castro, Arthur Cercal, Rafael Meyer, Ezequiel Granado, Marcos Pesch, Ederson Duarte, Luccas Cristalvo, Felipe Espindola, Miguel Oliveira Ary Neto, Lucas Ferreira e Gustavo Maximo. FOTOGRAFOS: Mario Kreb, Gabriel Franco e Olho Wodzynski.

TRILHA SONORA: Giugliodelia – Distorções monoliticas / Clan Dos Mortos Cicatriz – Febre (fato encontra falha) | O Lendário Chucrobillyman – Where Should I Lay My Head Lord? | Deaf Kids – Happiness In Slavery Deaf Kids – We’re Born to Die

AGRADECIMENTOS: PRAÇA 29, DEUS MONOLITO, cimento ,curb, breja, maconha, Chicao, Alexandre Wolf, Clan Dos Mortos Cicatriz, O Lendário Chucrobillyman, Deaf Kids, Nada Bar, Porta, Bar Capivara, Yeah Skateboards, Cripta Skateboards, Tropicalients, Slow Skateshop, Öus, pedra TROVÃO. Todo mundo que partecipou e ajudou em alguma forma. Filmado entre 1 de Fevereiro e 23 de Junho do 2022.

filmerd.blogspot.com

Download Fanzines da Casa da Ponte – acervo disponível para baixar

Um dos primeiros projetos realizados dentro de Jorle foi a digitalização do Acervo de Fanzines da Casa da Ponte. Eu e a Lela fomos encarregados de tomar conta da coleção de fanzines que o pessoal que frequentou o extinto centro cultural organizou, e assim, veio a ideia de digitalizar essa biblioteca toda e deixar disponível on-line.

A Casa da Ponte foi um local mantido e organizado por um coletivo em Curitiba, em meados dos anos 2000, que serviu de centro cultural, local para palestras sobre temas variados, organização de almoços e projetos de “Comida, não bombas”, shows de hardcore, reuniões, debates e o espaço da biblioteca. Tal biblioteca era um apanhado de acervos pessoais e doações que entre livros e revistas, também recebeu inúmeros Fanzines.

Acomodados em um armário de ferro, destes comuns de escritórios, os Fanzines foram também doações de frequentadores da casa que por anos acumularam estas publicações independentes. Geralmente fotocopiadas e com todo tipo de temas e ideias, de uma forma geral traziam conteúdo à respeito de música, movimentos políticos e culturais, filosofia, arte e até espiritualidade.

Fanzines da Casa da Ponte

As publicações podiam conter assuntos ácidos, às vezes até contraditórios com o alinhamento dos organizadores da biblioteca, mas eram a expressão visceral de seus autores. Aqui não se pretende validar cada palavra e ideia escrita, mas sim, tratar este acervo como recorte histórico e até afetivo, reavivando momentos muito importantes vividos ao redor de livros, debates e ideias.

O acervo foi em parte digitalizado e inicialmente disponibilizado apenas para leitura (https://issuu.com/jorle), com mais de 130 títulos (até o momento), e, motivado por recentes procuras, acabam de ser disponibilizados também para download.

Baixe os arquivos, divididos por lote de digitalização, inserindo seu nome e e-mail nos campos abaixo. Ou visite a página do projeto e leia on-line!

Abraço.

Ricardo GosWod

Fanzines – Acervo já Digitalizado

Visite todo o acervo para leitura on-line:

https://issuu.com/jorle

Obs.: Caso sua publicação esteja nesta lista e você não concorde com sua distribuição, por favor, nos informe, que teremos a decência de removê-la.


Download:

Baixe a lista do acervo já digitalizado!

    Faça Download dos arquivos PDF dos Fanzines da Casa da Ponte. Estão organizados por Lotes de digitalizações.

    Basta preencher os campos com seu email e baixar.

    Fanzines da Casa da Ponte – Lote 01 – Baixar

      Fanzines da Casa da Ponte – Lote 02 – Baixar

        Fanzines da Casa da Ponte – Lote 03 – Baixar

          Fanzines da Casa da Ponte – Lote 04 – Baixar

            Fanzines da Casa da Ponte – Lote 05 – Baixar

              Fanzines da Casa da Ponte – Lote 06 – Baixar

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                Cortes Eixo Mole – 2 anos de skatezine

                Para marcar 2 anos de Eixo Mole cortamos umas lembranças dos fanzines já lançados! E a cada video de cerca de 1 minuto também um pouquinho de história sobre a produção e vibe dos trampos.

                SE INSCREVA EM WWW.YOUTUBE.COM/EIXOMOLESKATEZINE


                Cortes Eixo Mole – Arte e Barulho

                Começamos então com os artistas que já participaram. Somos skatistas, portanto artistas. Cada um em suas viagens, usamos o Eixo Mole como tela e também abrimos espaço para convidados que costumam caminhar com a gente.

                O Eixo Mole surgiu como efeito colateral dessa que foi uma das maiores aventuras que já vivemos, este confinamento por conta da Covid. Amigos, velhos, cada um com suas vidas, mas com o skate em comum. Um grupo de conversas, alguns vídeos de casa compartilhados e foi o suficiente.


                Cortes Eixo Mole – Skate Hoje

                Skate Hoje é uma sessão do fanzine Eixo Mole onde convidamos crews de skatistas que estão movimentando a cena regional e para além dos jovens que evoluem em manobras pesadas, essa galera também tem a característica de se organizarem.

                Como dizem, skate é um “esporte” individual muito coletivo. É perceptível a força quando o pessoal se junta para fazer obstáculos, reformar pistas, organizar eventos independentes e evoluir em conjunto. Quem ainda não viu, dá uma olhada naquela apresentação do Rodney Mullen: Faça um Ollie e inove, onde ele conta sobre poder da comunidade, conhecimento acumulado e inovação. Também vale a leitura do artigo “Associações, crews e outras formas de organização de skatistas” – link na Bio.

                Foi o que a gente viu nessa rapeize gente fina e que andam muito de skate dos @cozmicnomadz, da @yeahskateboards e @thefilmerd, pessoal da #pistadematinhos no Litoral do Paraná e da @quadradavish no J.A.!

                Obrigado pelos corres de filmagens e pelas video parts que ficaram animais!


                Cortes Eixo Mole – Entrevistas

                Ao longo das edições, conversamos com camaradas marcantes da história do skate. Papos sobre a cultura e evolução da cena.

                Falamos com Júlio Japa @sik__75 sobre música, discos e a cultura do skate; com Marcos Pesch @marcos.pesch sobre preparação física para skate depois de velho; e com o fotógrafo Wester Fernando, entrevistado por @fabiocostabatata, que contou suas aventuras da década de 90.

                Também iniciamos a série “Passando o Eixo”, onde exploramos a passagem do bastão do skate de rua, de geração em geração. Começamos pelos lendários Cobra @instacobra_, Zé Selski @joseselski, Fukuda @leonardofukuda e Caolho, a “galera da Tofs”. Na sequência vieram Rafael Urso @urso.skt.cwb e Fabrício Gugu @fabraza, que contaram sobre a geração que consolidou a presença de brasileiros pelo mundo, suas carreiras como profissionais e curiosidades locais e globais.


                Cortes Eixo Mole – Rolê Tiozão I

                Não! A gente não anda nada mas anda muito! Cortando todas as manobras e colocando em sequência ficou um negócio bonito de ver, principalmente pra nós mesmos. Porque cada cena é mais que uma manobra de skate. São lugares visitados e amigos vistos. São escapes da vida cotidiana para um respiro na rua. Somos velhos, temos contas e trampos. O skate faz furos e areja a rotina banal da sobrevivência.


                Cortes Eixo Mole – Rolê Tiozão II

                Fazer fanzine é uma tradição meio punk, meio underground. Nos anos 90 muita gente fazia as ‘revistas de fanáticos’ sobre assuntos diversos. Desde ciência experimental até música e skate. Assim era o ‘Sabonete’, do José Selski, que além de PRO, escrevia e registrava as coisas naquele tempo. O ‘zine do Zé’ inspirou a gente, nas antigas e agora. Só pra lembrar, o Zé também teve a marca Ajax, que reuniu um time de selvagens que não sabiam correr campeonato e eram frequentemente vistos pelas ruas da cidade despencando de canteiros e corrimões.

                Obrigado Zé! A gente faz umas merdas hoje em dia um pouco por causa de você. Te amamos!!


                Cortes Eixo Mole – Rolê Tiozão III

                ‘Danem-se as habilidades’ estava escrito em uma ilustração feita pelo Bico, um tempo atrás. Esse é o espírito. Tem uns que andam mais, outros menos, tem uns com mais tempo, outros com menos. O lance é estar no rolê, do jeito que pode e faz bem. Certas ‘obrigações sociais’ no mundo do skate vão ficando pra trás conforme envelhecemos. Talvez envelhecer se trate mesmo disso. Deixar o que outros pensam na cabeça dos outros. Segue o barco, vai curtir. Talvez seja o relógio que começa a contar regressivamente e faz a gente focar no que dá retorno na vida.

                Eixo Mole não dá retorno! Zoeira, dá sim! Mais uma coisinha da vida que é legal de fazer, só por fazer.

                E às vezes sai até umas manobras!


                Cortes Eixo Mole – 2 anos de Skate Zine

                Último video das lembranças dos dois primeiros anos de fanzine. Teve erro, aprendizado, empolgação, procrastinação. Não teve coach exigindo o impossível e tiveram conversas aos montes. Os bastidores são nossos grupos de mensagens. A gente fala sobre skate, novidades, manobras e eventos. A gente fala muito sobre política! Sim! Porque fazer fanzine é política. Tudo é política. Conversar e discutir está na nossa veia, porque skate já foi, acreditem jovens, coisa de vagabundo e inútil na sociedade! Por décadas estivemos na linha de frente na batalha entre o que é do ‘bem’ e o que é do ‘mal’ para essa gente hipócrita que aponta no outro seus próprios defeitos. Conversar é melhorar, evoluir. A gente faz isso com nossos filhos, com ‘conjes’, com livros, com música, com skate.

                Obrigado a todo mundo que participa e acompanha! Tomara que a gente faça mais!!! Se não der preguiça!


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                A história de Marcelo “Bisnaga” e seu model de shape. Agora na exposição virtual Cara-da-Tábua

                Marcelo ‘Bisnaga’ @ganamlb é skatista carioca radicado em Curitiba desde os anos 90 e fez parte da cena paranaense, onde é presente até hoje. Esteve em algumas marcas e entre elas foi parte da equipe da Vândalo junto com @ricardomacieldecarvalho, @kamau_ e Fábio Black @brakko_costa, entre outros.  Por volta de 1992 Marcelo teve seu ‘model’ de shape lançado pela marca. Neste relato ele nos conta de sua trajetória e como pensa o skateboard, registrando assim seu shape na coleção Cara-da-Tábua.

                Tem modelo de shape lançado em Curitiba ou região? Manda pra nós e conta sua história!

                Prefiro ‘esporte’ do que ‘brinquedo’”

                Comecei a andar em Niterói/RJ, aos 11 anos em 87. No Rio a cultura do skt era bem diferente de Curitiba. Lá todo mundo surfa e anda de skt de forma ocasional e, no meu caso, não foi diferente. Comecei a surfar por influência do meu irmão mais velho, André, que surfa um monte até hoje. Ele e alguns amigos começaram a andar no surfstyle e eu fui com meu pai comprar um presente de natal que seria uma roupa de borracha. Não tinha e precisava escolher algo, então pedi um skt e aí começou tudo. Logo nos primeiros dias fui com meu irmão e uns amigos do prédio andar na rua, fui descer uma pequena rampa de garagem e quebrei o braço feio, os dois ossos do braço direito. Foi um trauma que me marcou para a vida toda…ficava no verão do RJ, com braço engessado e tentando entrar no mar sem molhar o gesso, enfim tudo zoado.

                Fabio Lango , Rodrigo Careca, eu, Gustavo e André Cavalo – galera do Campo de São Bento, Niterói.

                Aí fui me envolvendo cada vez mais com o skt e meu irmão só surfava, à partir daí comecei a ter meus amigos mais próximos ligados ao skt e foi quando fui no Campo de São Bento, uma praça local, e vi o skate street real ao vivo pela primeira vez. Vários caras andavam demais. Fiquei super impressionado, um deles era o Gustavo Black, hj Black Allien. Até hj foi um dos caras que mais me impressionou ao vivo. Depois desse dia, skt estava na alma e era street de verdade. Encontrava os caras no Campo e saía para andar o dia inteiro na rua. Quando batia a fome, pedíamos um pão “bisnaga” na padaria pra dividir entre nós e tomava água da torneira. Meu apelido vem daí. Quando cheguei em Curitiba em 92, fui repetir o processo numa padaria perto do Meracadorama, na frente de uma banca, e os caras não aguentaram, me zoaram demais. Acho que foi Salsicha que botou o apelido.

                Aqui em Ctba, logo cheguei, e o primeiro pico foi o Gaúcho. Ali conheci toda a galera local rápido, Sal, Postal, Japa, Cajé, Turko, entre outros. Quando cheguei aqui, a cultura do skt era mais forte. Só andava com quem andava de skt, as baladas, as marcas e depois toda a sena dos campeonatos. Tudo nascendo aqui. Achei maravilhoso. No RJ praticamente não existia nada disso. Subcultura total. Aqui já tinha uma estrutura, o pessoal levava skt mais a sério, pensava em patrô, campeonato. Era realmente outro mundo. Até as minas gostavam da gente. Surreal demais.

                Júlio Japa, Sal, Cajé, Turko, Potal, Gerson e Eu.
                Eu e Rafael Braciak
                Shape “Bisnaga”, 1992.

                Nunca me dei muito bem nos campeonatos, mas andava muito. Me dediquei de verdade por uns 10 anos eu acho. No meio desse período veio o primeiro patrô pela Vândalo e esse shape. Não lembro de ter pego vários models, esse aí eu segurei. Nessa época da Vândalo faziam parte da equipe eu, Fabio black, Ricardinho, que era uma criança, e o Kamau. Pelo que lembro, eu e o Fabio tivemos o model pela marca. O dono era o Vitinho, sangue bom. Acho que era de Telêmaco Borba, amigo do André Barba.

                A minha cultura de skt é o skt Punk. Muita influência de som pesado, andar no gás, na rua e sem regras, fazendo o que desse na cabeça. Isso vem muito da galera de Niterói também. Os caras de lá realmente moldaram meu jeito de andar, dentre eles Lango, Banana, Rodrigo Careca (é um baita pintor hj em dia e faz umas artes com skt, mora SP e é um grande amigo até hj, assim como os demais). Eu realmente amava andar com essa galera, mas Ctba dominou completamente minha alma e logo de cara fiquei uns 5 anos sem voltar pra Niterói. Depois fiz parte da Change como amador, por um período, correndo os campeonatos no Paraná. Essa base de influência do skt punk me moldou e depois a cultura foi mudando muito para o rap, mas nunca me identifiquei da mesma forma. Na real não curtia muito. Skt pra mim era rua, gás, muito ollie e som pesado, tipo Ratos de Porão e Sepultura. Até hoje considero como as principais bandas nacionais e Sepultura como uma das principais da história global. Então, considero que esses ciclos culturais fazem parte do skt e cada um se identifica com uma linha e não precisa mudar porque o ciclo passou. Eu mesmo continuo fiel ao skt punk.

                Sobre ser esporte, acho que sim, hoje pode ser chamado de esporte. Prefiro esporte do que brinquedo, como era visto na minha época. Também prefiro o skt enérgico, sem me preocupar quantas vezes ele girou, para qual lado e se estava de frente ou não. Não interessa. O importante é fazer com vontade e voltar do jeito que der. Hj existe esse ciclo das olimpíadas, high performance. Não me identifico. Por ex. Street League nem consigo ver, não vejo graça, não me identifico. Nunca aprendi a andar em pista direito. Sempre precisei embalar pra manobrar, então, pista sempre foi pra encontrar os amigos e vazar. Uma pena que ctba sempre foi precária de lugares na rua. Nesse quesito o RJ sempre foi paraíso.

                Eu com meu Pai.

                @ganamlb @moldurariamomento

                Curitiba, 2014.
                Curitiba, 2014.

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                Cara-da-Tábua

                Exposição Virtual Cara-da-Tábua, de Decks de skatistas de Curitiba.

                Projeto organizado pela Jorle que traz a reunião de diversas imagens de “models” do pessoal de Curitiba. O que chamamos de “models” no ambiente do skate é o conjunto de forma, ou corte, do “shape” junto com a arte estampada na face inferior. Por tradição no “esporte” os skatistas, quando fazem parte de alguma equipe, ou representam alguma empresa do ramo do skate, tem seus próprios “models”, ou seja, definem exatamente como querem o recorte da madeira e as características de altura e forma de ‘nose’, ‘tail’ e ‘concaves’ e fazem, ou convidam algum artista para fazer, o projeto gráfico estampado. Esta é uma importante característica que revela uma vasta cultura, expressão e modo de viver por trás da atividade física ou competitiva. Muitas vezes a arte estampada no “shape” representa um ponto de vista político ou cultural, ou mesmo reflete preferências estéticas ou pessoais do skatista. De qualquer forma, é uma maneira de skatistas profissionais e amadores se comunicarem com sua comunidade e com o mundo externo, para o qual o skate e sua cultura seguem como algo curioso e bem particular.

                Review de Peças OSK Skate Lab @oskskatelabdistribuidora. Roda Faith. 53mm. 100A. Pista do Jardim Ambiental. Curitiba.

                Review de Peças OSK Skate Lab @oskskatelabdistribuidora.

                Roda Faith. 53mm. 100A. Pista do Jardim Ambiental. Curitiba.

                Por Ricardo Goswod Fuça @jorle.cwb @mytrix.skt @eixomole

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