POST.E: Better Leave Town, Odd Man, Repelentes, Vida Ruim, Vidia, Tijolada S A, Deafkids e Cãos

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POST.E – Em cartaz por aí:

29.04 – Bandas Punks pra tocar seu coração, com Better Leave Town e Odd Man
30.04 – Matinê Punk com Repelentes, Vida Ruim, Vidia, Tijolada S A
30.04 – Deafkids e Cãos na Lavanderia


29 de Abril
Bandas Punks pra tocar seu coração, com Better Leave Town e Odd Man
Sábado, 19h – Casinha – Rua Portugal, 54, Curitiba – PR, Brasil
+ Info 


30 de Abril
Matinê Punk com Repelentes, Vida Ruim, Vidia, Tijolada S A
Domingo, 16h – Espaço Gaia – Rua Duque de Caxias, 119, Curitiba
+ Info 


30 de Abril
Deafkids e Cãos na Lavanderia
Domingo, 19h – Lavanderia – Padre Agostinho, 325, Curitiba
+ Info 


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Poste: 8h de música sem parar | Show Festivo com Vida Ruim – Othersame – Clan dos Mortos Cicatriz

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POST.E – Em cartaz por aí:

14.04 – 8h de música e manifestação artística livre e sem parar
15.04 – Show Festivo com Vida Ruim, Othersame, Clan dos Mortos Cicatriz


 

14 de Abril
8 HORAS DE MÚSICA E MANIFESTAÇÃO ARTÍSTICA LIVRE SEM PARAR
Sexta, 10h – Boca Maldita – Curitiba
Ato de resistência cultural na boca maldita! Unir os artistas e amantes da arte.
+ Info 


15 de Abril
Show Festivo com Vida Ruim, Othersame, Clan dos Mortos Cicatriz
Sábado, 20h – Lavanderia – Padre Agostinho, 325, Curitiba
+ Info 


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#BocaMaldita #resiltenciacultural #artistasunidos #arte #música #Showpunk #punkrock #vidaruim #othersame #clandosmortoscicatriz #lavanderia #balada #hardcore #curitibacultural #agendacultural #underground

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De Barcelona: Juliano Guimarães na Expo Cara-da-Tábua – Shape em homenagem à Curitiba

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Não faz muito tempo, pesquisando sobre skatistas de Curitiba, li uma matéria escrita pelo Raphael Braciak no site CampeonatosDeSkate.com.br falando sobre o Juliano Guimarães, skatista morador de Barcelona (ES), que lançou shape em homenagem à sua cidade natal, Curitiba. Claro que este seu model tem tudo a ver com a exposição Cara-da-Tábua, então fiz contato com o Juliano e ele nos enviou sua colaboração com fotos e informações deste seu deck.

juliano-guimaraes-model-caradatabua-exposicao-skate-skatista-curitibano-cwb-barcelona-shape-promodelEm uma troca de mensagens com ele e assistindo à um vídeo bem legal sobre sua carreira (Video no Olho de Peixe), conheci um pouco mais de sua trajetória e sobre sua correria de voltar com a família ao Brasil para fazer uma cirurgia no joelho, aguardar carências de plano de saúde, recuperar e voltar à Espanha mais de 1 ano depois, 100% curado, para retomar seu trabalho de skatista.

Agradecimentos ao Juliano pela atenção e envio do material e parabéns pelas vitórias e pela homenagem à CWB. Mais um grande personagem do skate da cidade.

 

Arte do shape: Eduardo Souza, 2015

Visite a Exposição Virtual:Exposição Virtual Cara-da-Tábua, de Decks de skatistas de Curitiba.

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Ricardo GosWod

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STT: Entrevista com a Banda Cérebro de Galinha, puro talento underground do Pará

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Uns dias atrás um amigo (Roger Robert) compartilhou um vídeo onde aparecem estes caras tocando um hard core bem nervoso, de sonoridade muito boa, ensaiando em uma salinha precária e usando o que têm às mãos. E ainda com um nome de banda ótimo! Assisti ao vídeo (veja mais abaixo) e a sensação de empolgação foi imediata. O contexto é, como disse o Roger, muito “de raiz” e dá a impressão de que toda informação de um país em convulsão agitou as cabeças desses caras e tudo transbordou na forma do “Cérebro de Galinha”. Entrevistei, via internet, esses meninos de Marabá, no Pará: puro talento underground!

Jorle: Caras… se apresentem… quem é quem e faz o que na banda e da vida…

Cérebro de Galinha:  A formação é a seguinte: Cego-Vocais; Mort-Guitarra; Torrada-Baixo e Suco-Batera. Na banda todo mundo ajuda nas composições. Na vida? O Cego vende tira gosto na noite, andando de bar em bar, eu (Mort) só estudo por que tô desempregado, o Torrada trampa e faz faculdade de ciências sociais, tem uma filha de 4 anos. O Suco é ajudante de funilaria e faz artes visuais na mesma federal que o Torrada estuda, também tem filho. O massa é que esse ano eu e o Cego passamos na federal também, eu ciências biológicas e o Cego ciências sociais.

Jorle: Quando iniciaram a banda, tinham que idade? E o que passava pela cabeça de vocês e sobre a ideia de ter uma banda? E sobre o nome que deram?

Cérebro de Galinha: Cara, eu e uns brothers acompanhávamos o ensaio da banda do Suco e do Torrada no Infernin (antigo lugar de ensaio e onde a CDG nasceu), eu não tocava nada, daí o Suco deu a idéia da gente montar uma banda, aprender a tocar e meter o loco haha. Conheci o cego e uns caras e a gente começou sem saber nada. Os caras da MHC (banda do Torrada e Suco) deram a maior força. Daí a gente ficou sem batera e Suco falou que segurava as pontas. Até então a banda era Cego, vocal; Mort, Guitarra; Moska, bass e Suco na batera. A gente compôs umas 12 músicas, e teve a ideia de gravar, a gente gravou com o Torrada no quarto dele, só com um notebook, sem amp e sem interface, usando um simulador no PC haha. O Torrada gravou a linha de baixo por que o Moska foi embora da cidade, e desde então o Torrada fez parte da banda, outros caras passaram depois pelo baixo mas o Torrada acabou voltando.

Video gravado em 19 de junho de 2015, no Cafofo.

Jorle: Todos que assistem seu vídeo (Mundo em Caos) ficam muito animados com o rock puro e bruto ressurgindo entre as novas gerações. Como está sendo essa procura pela banda?

Cérebro de Galinha: Cara, a repercussão foi um choque, a gente sinceramente não esperava, BR inteira pedindo pra gente colar, e uma galera da América latina. Inclusive quem estiver lendo essa reportagem, chama nóis, a gente quer trabalhar hahaha

Jorle: Esse lugar onde o vídeo foi gravado, onde fica? Como é e porque aí?

Cérebro de Galinha: Cara, como foi dito, a gente começou no Infernin, um barraco de madeira forrado por dentro com papelão pra dar uma abafada, onde nasceram e morreram algumas bandas da cidade. O dono que cedia o barraco vendeu o terreno e a gente passou a ensaiar na casa de amigos, quintal de vizinhos…  daí um vizinho do suco cedeu uma construção inacabada pra gente ensaiar, a gente jogou uma brasilit no espaço que a gente ia ficar e batizou de Cafofo. Pra energia a gente faz um gato e leva uma extensão, todo domingo tem som.

Jorle: Eu nunca estive nem perto do Pará, e as coisas que conheço daí estão muito próximas do que se vê na TV, como música Brega POP e tudo ser muito distante geograficamente. Como são as coisas por aí e como tiveram contato com uma cena “underground”? Existe uma comunidade forte local com bandas, jornais, shows?

Cérebro de Galinha: Cara, a TV mostra o que quer mostrar. Geralmente a galera relaciona o Pará com Calypso, indígenas e mato. Aqui nem tem tanto indígena e mato assim, uma certa mineradora e as multinacionais fizeram e fazem questão de acabar com isso (palavras do Torrada). A cena? Acho que é como em todo lugar, correria, banda ralando pra gravar, e evento onde todo mundo se conhece haha. A diferença acho que é por que a região fica fora de qualquer eixo, tipo sudeste tem mais correria, nordeste tem banda massa que já tem intercambio com outros lugares. No Pará tem algumas bandas que já saíram pro mundo, tipo Madame Saatan que hoje ta em Sampa.

Jorle: Notei um adesivo da banda Merda colado na guitarra e vi um vídeo de cover do Mukeka di Rato. Que mais como referência?

Cérebro de Galinha: Cara, todo mundo na banda concorda que Ratos de Porão e Mukeka di Rato são uma das maiores influências, a gente curte e se influencia em várias bandas, mas quando essas duas tocam não tem como ficar parado haha. A gente até zua com o Torrada por que ele é vegetariano e come uma muqueca de banana, kkkkk.

Jorle: O que faziam antes da banda? Que impacto causou em seu dia-a-dia? O que aprenderam ou viveram com isso?

Cérebro de Galinha: Antes da banda… sei lá cara kkkk eu tinha 15 anos… falando nisso esqueci de falar a idade da galera. Eu (Mort) tenho 18, o cego tem 19, o Torrada ta quase com 23 e o Suco é o coroa da banda com 26 anos. Eu o Cego aprendemos a tocar na banda, o Suco e o Torrada vieram da MHC. A nossa visão de mundo mudou com a banda, a gente começou a ver melhor as injustiças do mundo e aprendeu a canalizar a raiva na música.

Jorle: Como está a produção? Quantas músicas, demos, gravações. E os shows… tocam bastante? Já tocaram em outras cidades?

Cérebro de Galinha: Cara, gravação a gente só tem a Demo produzida no estúdio “Quarto do Torrada Records”, que tem 12 músicas, sendo 11 autorais e uma versão de uma música da MHC. As tocadas, a gente já tocou em vários role aqui na cidade e em outras da região, como Altamira, Jacundá (PA) e Araguaína-Tocantins. Mas como todo fim de semana a gente ensaia, todo domingo é um role, a galera cola, toma um goro… kkk

Jorle: Quanto à comunidade da região: sua música, atitudes e ideias causam impacto entre amigos, família ou conhecidos. Como vêem este contato?

Cérebro de Galinha: Cara, a gente era conhecido entre amigos, daqui e de fora. Então geralmente quem acompanhava eram apenas amigos que sempre apoiaram a banda. A galera de Altamira e de Araguaína que a gente fez amizade. Galera foda pra caralho. Nossos familiares não entendem muito bem as mensagens. Não entendem sequer tudo que envolve a repercussão do vídeo. Fora da cena a gente é só uns loucos que fazem barulho saca, e dentro da cena na visão de outras bandas é bem parecido. Mas a gente ama o que faz.

Jorle: Faltou alguma coisa que é importante ser dita?

Cérebro de Galinha: A gente nunca fez entrevista kkkk não sabemos. Mas em nome da CDG queria agradecer a toda a galera que acompanha a banda e ajuda de alguma forma a fortalecer a cena e o espírito underground, que nunca deve morrer. E reforçar, arrumem trampo pra gente kkkk a gente quer tocar!

 

Entrevista realizada em 02 de abril de 2017, com perguntas enviadas por Ricardo GosWod, pela internet e respondidas pela banda.

 

Ajude a banda a gravar e melhorar seu equipamento colaborando na campanha do link: https://www.kickante.com.br/campanhas/projeto-cd-da-banda-cerebro-de-galinha-0

 

Outros links:

https://www.facebook.com/cerebrodegalinhahc/

Músicas: https://www.palcomp3.com/Cerebro-de-galinha/

Videos: https://www.youtube.com/channel/UCb3lxjIpgRF78YHYNwt6nTA

Compre camiseta da banda: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-853573009-camiseta-cerebro-de-galinha-cafofo-_JM

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Coluna Sem Tempo pra TrabalharRicardo GosWod: Marido de artista e pai de roqueiro progressivo. Skatista faz 25 anos. Depois de velho foi jogar rugby e estudar arbitragem. Escreve sobre o que lhe interessa: amigos espertos, música, skate, rugby, zines … Trabalha nas horas de folga com projetos
gráficos visuais e geoprocessamento.
Escreve a Coluna “Sem tempo pra trabalhar“.

 

 

Poste: Bicicletada | Punk Rock na Casinha com Faca Cega e Lifeshy

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POST.E – Em cartaz por aí:

31.03 – Bicicletada Curitiba
01.04 – Punk Rock na Casinha – Faca Cega e Lifeshy


31 de Março
Bicicletada
Sexta, 19h – Praça de bolso do ciclista
Passeio de bike com o tema “Não estamos atrapalhando o trânsito, nós somos os trânsito – Juntos por um trânsito mais humano.
Reivindicamos mais respeito e segurança para ciclistas e para todos os modais não motorizados”
+ Info 


1 de Abril
Punk Rock na Casinha – Faca Cega e Lifeshy
Sábado, 17h – Rua Portugal, 54, Curitiba
Explodir o tédio que te consome todas as 24 horas do dia. A decepção de ontem, a decepção de hoje e a desesperança crônica no
amanhã. A vontade de chorar, a raiva de não poder. Venha gritar até ficar rouco, gritar até ficar louco. Só não vale vomitar.
+ Info 


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#facasega #lifeshy #harcore #punk #gritar #Tedio #decepção


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Coluna De Rolê: Como fazer caber 9054 metros de altitude no Bosque do Alemão? Everesting!

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Publicado originalmente em Blog do Thiago.

Dia 11 e 12 de fevereiro foi dia fazer esse desafio, que consiste em pedalar 8848 de altimetria acumulada (a altura do Monte Everest). Existem algumas maneiras de se completar esse desafio, eu escolhi subir e descer pelo mesmo trecho, salvo algumas pedaladas fora do trajeto para almoçar,jantar e esconder minha mochila no mato. Mais informações aqui.

Conheci esse desafio em 2015 através do João Saboia, que completou a prova na sua cidade natal, a Lapa. Nesse ano tentei junto de Moisés Retka num trajeto na serra do mar, do KM 41 ao retorno, mas infelizmente tivemos que encerrar por conta da forte chuva que caiu (e minhas pastilhas de freio derreteram). Desde então não consegui encaixar na agenda um novo desafio.

Maria Conchita no poxto da polícia
Maria Conchita no poxto da polícia

No final de 2016 eu fui tentar o Everesting no Bosque do Alemão, que fica localizado no bairro do Vista Alegre,  fiz 2300 de altimetria e… o GPS travou! Perdi tudo que havia feito, sei lá o que aconteceu. Fui pra casa bem de cara.

Eis que consegui encaixar o final de semana, comprei algumas coisas para levar: 2 gatorades, 10 barras de cereal, 7 carb up, 2 sacos de amendoim. Levei duas caramanholas de água e o resto poderia comprar por perto (restaurante para almoçar e pizzaria para jantar).

Fui até a base da Polícia Militar que fica próximo do Bosque e gentilmente o policial Agostinho aceitou que deixasse minha mochila com mantimentos ali.

Segunda descida e escorrego... vam'bora!
Segunda descida e escorrego… vam’bora!

Comecei as 7:20 da manhã de sábado. Fiz duas subidas e no final da segunda descida eu caí e machuquei o joelho, o chão estava muito úmido, foda-se, pensei, vou continuar. Aí fiz 25 subidas/descidas e vi que cansei bastante, decidi depois dessa série fazer 10 subidas e parar por 15 minutos. Não lembro quanto tempo fiz isso. Almocei 13:00 horas e continuei fazendo as subidas. É engraçado, o mundo acontecendo ao meu redor e eu ali, naquele trajeto, então acabei que perdi a noção das coisas, eu só me concentrava em subir e descer, subir e descer.

As 7 horas da noite fui ao módulo da PM para conversar com o novo policial que entraria em turno, eis que expliquei para ele o que era e ele irredutível disse “nada feito, tire sua mochila daqui”, fiquei puto e tive que levar a mochila e “mocar” no mato. Continuei as subidas e descidas e agora parava mais, a cada cinco subidas eu descansava. 22:30 parei para comer uma pizza, o que sobrou coloquei na mochila e logo chegou a madrugada, clima agradável, sem movimento, 19 graus e dale pedal. Lá pelas 4 da matina um grupo de 2 jovens e uma menina pararam muito perto de onde havia escondido minha mochila, depois de três subidas parei próximo pra ver qual era a deles. Acabei virando amigo do pessoal, que era do meu bairro (Pilarzinho Pecado) e estavam “tirando um lazer” ali, fumei um tabaco e até tomei uma lata de Kaiser que me ofereceram, rs.

Amanhece e vejo que extrapolarei o tempo que havia planejado, mas naquela hora só pensava em ir devagar e terminar, lembro que quando o sol chegou estava com 7 mil, “caralho, ainda faltavam 2 mil”, eu pensava. deu 7 horas e fui no posto da polícia de novo, agora conversei com o sem Lipka e ele entendeu a situação e deixei novamente minha mochila lá.

Continuei pedalando, cheguei a 8000, solzão a pino, subindo me arrastando e finalmente chego aos 8848 metros! Porra! Fiquei bem feliz,mas ainda faltavam alguns metros pro meu objetivo. Subindo bem devagar e cheguei aos 9054 metros, pensei em continuar masssss…. chega, estava mais do que bom. Fui no posto da polícia, comi e bebi coca cola,me despedi e fui embora. Detalhe: pra eu ir pra casa tinha que passar pela mesma subida, ah, fui empurrando a bike rs.

8.848 metros de subida acumulada! Porra! Everesting!
8.848 metros de subida acumulada! Porra! Everesting!

Cheguei em casa, banho, almoçar e fui dormir. É isso! Um Abraço e até a próxima!

Links para fotos

Considerações: Encarei o Everesting como um Mantra, então apesar da repetição foi um pedal legal; importante estar com o psicológico em bom estado, foi o que me manteve no pedal; meus ‘treinamentos’ para a prova foram a ida e volta do trampo, então não é nada impossível de se fazer para um ciclistx acostumado a longa distância; gastei + ou _ 100 pilas em comida (almoço/pizza/gatorades/salgados/paçocas/etc) apesar da comida que levei; tomei incontáveis caramanholas d’agua, importante sempre se hidratar; fumei razoavelmente, enrolava tabacos pequenos; não tive sono, apesar de ficar 33 horas acordado, acho que por conta dos randonneurs da vida; emagreci 4 kilos em 2 dias, mas já recuperei; sou o 9 brasileiro e primeiro curitibano a terminar esse desafio; agradeço minha companheira pelas boas palavras de incentivo ao telefone 🙂 espero que mais brasileiros terminem esse desafio!

Eu no final depois de 30 horas acordado rs
Eu no final depois de 30 horas acordado rs

Sobre o Everesting.

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#Ciclismo #bike #pedal #everesting #bosquedoalemao #Curitiba #ciclista #30horasacordado #8848 #monteeverest #everest #syen #thiagogava #derolê #rolê #bikeextrema #caféetabaco #mantra #mental #meditacao


Thiago Gava: gosta de pedalar na cidade e nas estradas e caminhar nas montanhas e vai compartilhar conosco Thiago Gavaalgumas de suas aventuras. Quem quiser conferir mais, segue também seu blog http://thiagosyen.blogspot.com.br/

Aqui escreve a Coluna De Rolê.

 

 

Poste – Em cartaz por aí: Curso Mecânica Bicicleta e Oficina de Palhaço

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POST.E – Em cartaz por aí:

25.03 – Curso de Mecânica de Bicicletas
27 a 29.03 – Oficina de Palhaço


25 de Março
Curso de Mecânica da Bicicletaria Cultural
Sábado, 15:00 – Bicicletaria Cultural – Rua Presidente Faria, 226 – Centro, Curitiba
Tradicional curso ministrado por Fernando Rosenbaum. Valor R$ 30,00.
+ Info 


27 a 29 de Março
Oficina de Palhaço
Segunda à Quarta, à tarde – Com Vanderleia Will. Inscrições: curitibacircense@gmail.com – (41)98841-6167 – CIA dos Palhaços. Al.
Princesa Isabel, 465
+ Info 


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#curitibacircense


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Coluna Música de Filho da Puta: Publicação dobrada é uma complicação fudida

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Texto e desenho extraídos da publicação original dobrada, um lado o desenho, o outro o texto. Ta aí agora: desdobrado e esticado.

 

Tem um tiozinho que eu simpatizo com ele lá perto de casa. Ele até que é meu amigo. Nossa amizade consiste que ele é bicicleteiro e passa desabalado todas as manhãs pelo meu portão dando rapidamente o “bããão” que se habitua dar quando os povo onde que eu moro se encontram casualmente pela rua, normalmente assusta e não dá tempo de responder…MINHA RUA É MUITO DESCIDA e eu passei esse ano tentando fazer com que os vasos da frente da casa permanecessem do lado esquerdo do quintal -eles rolam para o outro e ficam entulhados na parede mais baixa.  Em janeiro, dei uma copia dessa publicação dobrada pro bicicleteiro sem querer, através de um vento fudido que em janeiro ventava e levava meus papéis por aí pelos lugares; queria ver a reação que ele ia ter…passado quase ano nossos avistamento diário continuavam no mesmo quilate, mas é que agora em vez do “bããão” ele mudou pra dizer “maquelado”…todo dia era maquelado. “MAQUELAAADO…” aquilo ia me intrigando já cedo e eu ficava pelo menos umas duas meia-hora por dia pensando “porra o quê que esse ente grita diariamente aqui com sua própria voz e que parece uma pergunta mas não garanto porque é difícil discernir uma pergunta de um xingo quando o portador da mesma urra despencando assim de passagem que nem lóke…”. Minha rua é muito descida eu já disse… Todo dia antes de dormir eu assisto um filme;  é o meu preferido então assisto todo dia o mesmo, antes de dormir, e o cumprimento do caboclo me soava cada vez mais desesperado igual na cena do filme quando o ator cai velozmente de cima de um lugar bem alto em direção a um lugar bem baixo. E morre o dublê.

Calhou que esses dia vinha esse um amigo subindo a descida, esbaforido, carregando só o guidão da bicicleta dele por cima da cabeça dele que nem uma tirolesa ; como que testando uma tirolesa sem fio pra decerto vender na vila com partes de wireless… Eu tava na minha rotina íngreme de quintal e decidi que aquilo tava ficando meio inusitado e que era melhor falar com o singelo e finalmente saciar minha pergunta e, o que eu até então não sabia ser também uma pergunta da parte dele. E foi o que em nome da nossa amizade eu fiz, e maquelado era MAQUELADO porque na velocidade não cabia dizer: “MAS QUE LADO QUE ABRE ESSA PORRA DE PAPEL QUE VOCE INVENTOU PIÁ DO CACETE??? “  Entendeu?

Aí que eu digo publicação dobrada é ruim de manusear, abrir e fechar.

 E na verdade isso aí tanto faz, maquelado, meu amigo.

 

É tudo mentira, nunca aconteceu e os desenhos são de Hugo Alex.

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#publicação #dobrada #Rafael Schwab #musicadefilhodaputa #fanzine #maquelado #literatura #conto #história #arte #desenho #ilustração #hugoAlex #PontaGrossa

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Rafael Schwab

Rafael Schwab é de Ponta Grossa e escreve aqui na Jorle em sua coluna Música de Filho da Puta.

Rafael também faz músicaHARA MICHUERBAK | PESAMES | Garrancho em Lápide | O messias por ele mesmo (II) – e arte/colagemFB-Rafael Schwab e no Insta.

 

 

Exposição de Artes Ciclo e Live Painting de Olho

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POST.E – Em cartaz por aí:

14.03 – CICLO – Exposição de Dimas + Selvas
15.03 – Live Painting com Olho Wodzynski


14 de Março
CICLO exposição de Dimas + Selvas
Terça, 19h – Pátio Batel – Av. do Batel, 1868, Curitiba
Bate Papo e abertura da exposição CICLOS, de Celestino Dimas + Fabio Alves Selvas.
+ Info 


15 de Março
Live Painting com Olho Wodzynski
Quarta, às 18:30 – Rock The Casbah: Rua Inácio Lustosa, 560, Curitiba
Enquanto ainda rola a exposição, um trabalho feito ao vivo!
+ Info 


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Novos shapes do skatista de Curitiba “Chileno” – Expo Cara-da-Tábua

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Os modelos de shape do skatista local de Curitiba “Chileno” já são parte da exposição Cara-da-Tábua, talvez com a maior quantidade de models até agora, e, recentemente, o cara nos enviou mais duas peças para a galeria.

Chileno Skatista Profissional Curitbiba Shapes Models Exposição Virtual Cara-da-tábua Jorle
Leia o Post sobre a primeira colaboração do Chileno – Clique aqui!

Chileno já tem uns bons quilômetros de rodagem, e continua muito ativo. São eventos, campeonatos, apresentações, vídeos e fotos, que semanalmente, vão dando volume à sua atividade profissional.shapes_chileno_aguia_caradatabua_skateboarding_skate_curitiba_skatista_profissional

 

As artes nos decks são assinadas por Fausto Crist (1) e Maurício Leonel (2), 2017.

Mais uma vez um obrigado, Cristian Barrera!

Exposição Virtual Cara-da-Tábua, de Decks de skatistas de Curitiba.

 

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