POST.E é um serviço de divulgação de eventos indicados por colunistas, amigos e pelo pessoal da Jorle. Quer colaborar? Entre em contato: www.jorle.com.br/contato. Ou Receba as atualizações por E-mail.
A Jorle não se responsabiliza por quaisquer alterações nas informações dos eventos. Confirme sempre as datas e locais indicados.
Uma das coisas que sempre gostei nos fanzines é a falta de compromisso com certas regras de relacionamento entre artistas e fãns. Isso se deve tanto por parte de quem publica estas revistas independentes quanto por parte de muitos músicos e bandas, que interagem entre si de forma muito próxima, como nestas entrevistas encontradas na coleção de Fanzines da Casa da Ponte.
Entre os que se envolvem com fanzines, principalmente com temas ligados à música, rock, harcore/punk, é comum observar um “anti-heroísmo” e o clássico espírito “faça você mesmo”. Isso se traduz, por um lado, em bandas e músicos que literalmente se misturam à quem os assiste, e por outro, em um público que interage em shows e aprecia os materiais e gravações das bandas em um nível muito próprio. Me lembrei de uma frase em um encarte de disco do Operation Ivy (provavelmente de 1989), que sempre me chamou atenção, que de modo geral dizia que ‘aquele momento de energia em um show, que conduz uma subcultura, é mais importante que uma banda ou outra em particular’. Isso se reflete nos fanzines na forma como se dá o contato com bandas em entrevistas. Editores interagem diretamente com os integrantes, que na mesma sintonia, se põe à disposição com muita facilidade. Você pode até pensar que apenas bandas “pequenas” se dedicam a ter este tipo de contato próximo com o público mas, me arrisco a dizer, que certas bandas nunca se tornaram “grandes” justamente por se comportarem de forma diferente, não por falta de oportunidade entre o pessoal “super estrela”, mas como parte de um modo de agir com o objetivo de não perder contato com a vida real. E sem prejuízos sérios à uma carreira como músicos. Mas como disse, é apenas minha especulação particular.
Enfim, seguem algumas indicações de entrevistas encontradas nos fanzines já digitalizados da coleção da Casa da Ponte.
Um abraço!
Silly Me #2 – Klaus, do White Cristian Disaster
Needle #2 Ano1 – Fugazi, entre outras.
Podre Queijo #2 – Mukeka di Rato.
Needle #4 Ano 3 – Lag Wagon e outras bandas.
Needle #3 Ano 2 – BrianBaker (Bad Religion, desde 1994)
Olá. Nas últimas semanas carreguei comigo uma câmera fotográfica para registrar algumas impressões da cidade (Curitiba). São imagens do dia a dia, indo e voltando dos lugares de ônibus e a pé. Boa parte das imagens foram feitas da “janela da direita” do ônibus. Utilizei uma câmera simples digital, pequena, daquelas que não exigem nenhum talento técnico, mas ótima para se carregar por aí. São 22 fotos, sem comentários, mas adicionei um nome a cada imagem. Segue então:
Ensaio de Imagens Digitais: “Janela da Direita”. Ricardo GosWod, CWB, 2017
Ricardo GosWod: Marido de artista e pai de roqueiro progressivo. Skatista faz 25 anos. Depois de velho foi jogar rugby e estudar arbitragem. Escreve sobre o que lhe interessa: amigos espertos, música, skate, rugby, zines … Trabalha nas horas de folga com projetos gráficos visuais e geoprocessamento.
Olá. Esta semana bati o olho no site Jorle.com.br e percebi que as visitas chegaram a 10.000! Gostei muito e quero agradecer você e todo mundo que visitou. Também agradeço aos parceiros que tem dado alguma força e aos colunistas que dedicam tempo para produzir material novo. Ter visitantes dando uma espiada no que fazemos é bacana, sim, e até faz pensar que isso tudo pode ter alguma utilidade! Valeu!
A Jorle teve início com a abertura daquela gaveta para onde costuma ir todo um impulso poderoso de ideias absurdas e desnecessárias. Ideias essas que não são solicitadas, não aceleram a economia e muito menos trazem prestígio, mas estão lá, surgindo da vontade pura de desenvolver alguma potencialidade, teoria ou simplesmente por pra fora o que precisa ser posto.
Desde o início, a principal mensagem aqui é PENSE E FAÇA. Expor algumas experiências, movimentar as coisas, produzir e distribuir conteúdo e assim incentivar e ativar o compromisso de dar atenção a seus próprios projetos. E com o tempo e mais parceiros, isso está se tornado, também, uma espécie de salão de baile, onde encontros acontecem e ideias fluem. Tem funcionado comigo e espero que com mais gente também.
O que já aconteceu de bom: Projetos, Colunistas, POST.E
A exposição virtual Cara-da-Tábua, além de reunir arte em shapes de skate, também conta um pouco da história de Curitiba, com as colaborações de muita gente boa; Outro projeto que caminha tranquilo é o da digitalização dos Fanzines da Casa da Ponte, que logo vai receber mais um lote e algumas seleções, como zines que entrevistaram bandas, por exemplo. Já o time de colunistas está aos poucos crescendo, cobrindo temas como rolês de bike e a pé, música, bandas, contracultura, skate, zines, arte, jogos, e o que mais estivermos vivendo; E ainda, um trabalhinho legal de divulgar eventos de amigos e conhecidos: o POST.E.
Novos projetos
De antemão, gostaria de falar sobre dois projetos que estão em andamento, e logo serão lançados ‘oficialmente’. Um deles é a coleção de shapes de skate com models de artistas: alguns artistas que tem envolvimento com o mundo do skate foram convidados a fazer trabalhos que possam virar estampas em shapes e em parceria com um fabricante iremos fazer a produção. Está ficando bom e o pessoal é ‘responsa’! Só aguardar.
E outro trabalho, também com alvo no “skate” é o MyTrix: Jogo / mapa da cidade com Spots pro rolê. Este trabalho é um projeto antigo, que aos poucos foi tomando forma e em breve terá seu primeiro módulo disponível.
Tope cafonices mais visualizadas
Só pra relembrar, aqui estão alguns dos posts que mais foram lidos nos últimos tempos:
Decks do Pepeu Prado – Skatista Insano de Curitiba
STT: Entrevista com a Banda Cérebro de Galinha, puro talento underground do ParáDe Barcelona: Juliano Guimarães na Expo Cara-da-Tábua – Shape em homenagem à Curitiba
Coluna STT: 10+ músicas sobre trabalho – punk/harcore
Coluna De Rolê: Como fazer caber 9054 metros de altitude no Bosque do Alemão? Everesting!Coluna Música de Filho da Puta: Publicação dobrada é uma complicação fudidaColuna Ouvhinddoh Meshuggah Nashuvvah: As 7 Melhores “Viradinhas” do Metal
Obrigado!
Obrigado mais uma vez! Se você leu isso é porque vem acompanhando ou ficou interessado. E poxa, vai fazer seus projetos e por sua energia onde realmente escolher! Grande abraço! E se quiser, escreve aí, e conta o que tá achando!
Gostaria de saber qual a melhor forma de ingressar como profissional na área de “SOCIEDADE”. Tenho duvidas quanto a validação da carreira, caso seja um mercado regulamentado, futuramente penso em investir em aplicações de baixo risco para retorno a curto e médio prazo. Me parece ser um ramo novo, abrangente e promissor.
Se alguém puder me ajudar, a princípio tenho preferencia pela área de mídia de ego e embromação formal/informal, e muita facilidade em GRUDAR assuntos aleatórios; não sou muito bom em polêmicas mas aprendo rápido. Sugiro para o cargo a nomenclatura: “GRUDADOR DE ASSUNTOS DA SOCIEDADE “.
O profissional responsável por grudar assuntos e os transformar em polêmica atualmente é um estrategista dourado e tem feito um trabalho digno de louvor, mesmo assim eu gostaria de uma chance. Estou desde já me especializando em formação de opinião através canais de video e afins, e comprei uma apostila de como aplicar persuasão e convencimento para as massas em um simples nó de gravata. Minha mãe está lendo, mas depois ela me explica de um jeito que eu entenda.
Como dito anteriormente sou bom em grudar assuntos sem qualquer ligação aparente, principalmente aqueles que desprezo, como artes plásticas, música, literatura, etc; as vezes simplifico demais, mas gosto de participar fervorosamente e fazer a minha parte de qualquer forma…
Na prática da profissão eu divulgaria amplamente verdades absolutas como por exemplo: “…o responsável pelo estupro de um bebê de quatro meses semana passada na minha cidade (verídico, mas teve pouca repercussão) teve notável influência artistica a partir da constatação histórica de uma simples quina de mandolate que emperrou entre os dentes de leite do pintor Caravaggio em 2027 num momento confuso em que o jovem artista vislumbrava o futuro dos games violentos através da chama de uma vela feita com a gordura da rara e indistinta baleia abstrata do sertão pernambucano..” …consigo ir criando assim ininterruptamente e com propriedade, o que me leva a crer que estou apto pra empreender e me relacionar com os coerentes usuários dessa grande empreitada coletiva chamada “sociedade”, digna do melhor do meu coração. Sempre.
ps. Tenho um probleminha com dupla personalidade, então não mencionei que sou artista da arte independente, tenho 34 anos e faz 34 anos que eu me preparo pra fazer o que eu faço hoje. “Polêmica” de qualquer espécie, até onde eu sei é moeda e serve pra quem está confuso se sentir atualizado, seguro e atuante; Não me diz respeito.
Já que o momento discute polêmica ligada a arte, caso tenha alguém online realmente querendo mostrar que se importa com arte pode ajudar dando uma olhada nas cotações abaixo e tomar uma atitude cidadã a respeito, comprando e mandando entregar tinta aqui em casa.
*Não desenho só flores e peixinho…arte não é um padrão de enfeite chique pra clínica moderna ou sala de estar. Uso tinta simples de parede e pincel simples de parede, sou um operário da arte que acredita no sublime das coisas simples.
Num lugar ruim, numa época pior, mas ainda com carinho pelo que faço. Pondere.
7.10 – Faca Cega e + bandas 7.10 – PAB Skate Day – Melhores de 3, High Jump, Ollie , Wallride 8.10 – Monstro Circular – Expo Colab Acervo Circular & Atsuo Nakagawa
7 de Outubro
Faca Cega e + bandas
Sábado, 15h, Black Bar – Jaime Reis 531, Curitiba – Entrada Free + Info
7 de Outubro
PAB Skate Day
Sábado, 9h – Praça Afonso Botelho – Inscrições gratis
Melhores de 3 (deck, borda e pista), High Jump, Ollie (altura e distância), Wallride – Premiação e vagas no
BRSkateCamp + Info
8 de Outubro
Monstro Circular – Expo Colab Acervo Circular & Atsuo Nakagawa
Domingo, 15h – Acervo Circular – Rua Mateus Leme,142e, Curitiba
Atsuo Nakagawa – Cristian Sapo – Heloise Imaguire: A exposição apresenta o resultado da fusão de mentes ludico-
criativas que se direcionam ao simples reaproveitado. Materiais descartados, abandonados ou achados em cantos de
gavetas são ressignificados e adquirem novos valores. + Info
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A Jorle não se responsabiliza por quaisquer alterações nas informações dos eventos. Confirme sempre as datas e locais indicados.
29.09 – Show Evil Idols + Autocontrole, na Casinha 29.09 – Bicicletada Setembro 30.09 – Exposição do Clube da Colagem de Curitiba no Museu Municipal de Arte
29 de Setembro
Show Evil Idols + Autocontrole, na Casinha
Sexta, 19h, na Casinha, R. Portugal, 54 – R$6,00
De volta das trevas a banda Evil Idols re-une-se para mais um showzaço, trazendo das mesmas sombras o Autocontrole. + Info
29 de Setembro
Bicicletada Setembro
Sexta, 18:30h – Praça de bolso do ciclista.
Celebrar a rua, a bicicleta como um meio de transporte, por um trânsito mais ecológico, gentil, seguro e sustentável. + Info
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30 de Setembro
Exposição do Clube da Colagem de Curitiba no Museu Municipal de Arte
Sábado, Abertura às 11h – Av. Rep. Argentina, 3.432
A COLAGEM EXPANDIDA: CCC na Bienal de Curitiba. Paticipação de Rafael Schwab (Colunista
Jorle) + Info
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